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Para tr�s! - Voc�, venha aqui! - S� podiam ser judeus! Abram em nome do imperador! Judah! Tirzah! - O que aconteceu? - Abram! - Est�vamos assistindo o... - Uma telha atingiu o governador. - N�o tive culpa! - N�o acreditar�o nela! N�o precisar� dizer nada. Entendeu? Tirzah, n�o diga nada. Abram os port�es! Falarei com eles. - Prendam- no! - Deixem- me explicar. - Prendam essas mulheres! - Foi um acidente. Deixem- me explicar. Foi um acidente. Estava no telhado... - Foi esse homem. N�s o vimos. - Foi um acidente. - Acidente? - Juro! Apoiei- me numa telha, e ela escorregou. Levem- no. Levem todos! - Ele diz a verdade! - Fui eu! Deixe- os! Aten��o! Messala. Em nome de Deus, diga a eles que � um engano. Apoiei- me numa telha, e ela se soltou. Foi um acidente. Solte- as! N�o tiveram nada a ver com isso! - Soltem os criados. - Soltem- nos. Voltem a seus postos. - Venha. - Para onde? Tirus. Tirus? N�o houve julgamento. Morrerei nas gal�s sem um julgamento? Espere. Minha m�e, minha irm�? O que houve com elas? Amarrem suas m�os. - Ao menos diga que est�o bem. - N�o posso dizer- lhe nada. V� andando. Mexa- se. Carcereiro! Guarda! A� dentro! L� em cima! Carcereiro! Carcereiro! A direita. - Espere! - Mande- os sair. - Mande- os sair. - Podem ir. - Mande- os sair. - Podem ir. V�o! A porta. Onde est�o minha m�e e minha irm�? Onde elas est�o? Aqui, entre essas muralhas. O governador est� se recuperando. Elas n�o morrer�o. � claro que ser�o condenadas. Ser� poss�vel? Como pode fazer isso conosco? A pessoas que conhece? Uma fam�lia que amava? Vai solt�-las. Tem de fazer isso. Vai solt�-las de bom grado! Vai solt�-las. Tem de fazer isso. Vai solt�-las de bom grado! N�o tentei matar o governador. N�o sou um assassino! Sei que n�o �. Sabe? - Voc� � perverso. - N�o, Judah, n�o sou perverso. Queria sua ajuda. E agora voc� me ajudou. Fazendo de voc� um exemplo, desencorajo a trai��o. Condenando um velho amigo sem hesita��o, serei temido. Mas n�o a minha fam�lia. Solte- as. Por favor. - Messala, eu lhe imploro. - Implora? Eu n�o implorei a voc�? A escolha foi sua. N�o h� mais nada a ser dito. Mate- me, e elas morrer�o hoje. Crucificadas na sua frente! Vamos, Judah! Mate- me! Que Deus me conceda A vingan�a. Rezarei para que viva at� a minha volta. Volta? Levem- no. Sentinelas, contin�ncia. Sentinelas, contin�ncia. O tribuno ir� receb�-los agora. Tribuno, sou o administrador da casa de Hur. - Lembro- me de voc�. - Essa � minha filha. Est�vamos a caminho da Antioquia quando soubemos. Judah Ben- Hur n�o pode ter feito isso. O senhor o conhece, tribuno. Melhor que voc�. Ent�o, n�o pode ter duvidas, a acusa��o � infundada. J� foram sentenciados. - Sentenciados? - Mas n�o � verdade. Judah nunca foi uma amea�a ao governador. Deve saber que nunca faria isso. Em seu cora��o, deve saber. Drusus. � melhor manter esse homem aqui at� que possamos interrog�-lo. Parem! �gua para os soldados! Os soldados primeiro! Afastem- se do po�o. Nada de �gua para eles! Tire- os de perto do po�o! Aqui, voc�! Vamos, voc�! �gua para os cavalos! - �gua! - Os soldados primeiro! Aqui. Espere. N�o d� �gua para ele. Deus... ajude- me. Voc�! Eu disse para n�o dar �gua para ele! Certo, de p�, todos voc�s! Fa�a- os ficar de p�! Para a fila, seus c�es! De p�! Fa�a- os andar! Voc� a�, volte para o seu lugar! Volte para o seu lugar! Em frente, seus c�es! A barca�a do c�nsul est� chegando. Preparem- se para levantar os remos. Levantar remos! Abaixar remos! O novo comandante, Quintus Arrius. - Quantos remadores? - Duzentos, c�nsul. - E revezamentos? - Trinta, a cada hora. Esse homem est� doente. Substitua- o. - Troque- o. - Certo, senhor. Isso cessar�. H� quanto tempo faz isso? 41. Um m�s menos um dia nesse navio. Tem a conta exata. E antes disso? Tr�s anos em outros navios. Tr�s anos. Tem o esp�rito para revidar, mas o bom senso para se controlar. Seus olhos est�o cheios de �dio, 41. Isso � bom. O �dio mant�m um homem vivo. Ele lhe d� for�as. Agora escutem, todos voc�s. S�o todos homens condenados. Mantemos voc�s vivos Para servirem a esse navio. Mantemos voc�s vivos Para servirem a esse navio. Portanto remem direito, e viver�o. - O navio est� pronto, c�nsul. - Comecem a remar. Comecem a remar! Uma frota de gal�s maced�nias vem saqueando navios romanos. O imperador nos honrou com a tarefa... de encontr�-las e destru�-las. Velocidade de batalha, marcador. Velocidade de batalha! - Velocidade de ataque. - Velocidade de ataque! - Velocidade de colis�o. - Velocidade de colis�o! - Descansar. - Parem! Descansar! Por que est� aqui? Mandaram- me vir v�-lo durante meu descanso. Havia esquecido. Poderia ter me matado. � um homem condenado, por que n�o o fez? N�o estou pronto para morrer. - O que acha que o salvar�? - O Deus de meus ancestrais. Seu Deus o abandonou. N�o tem mais poder do que as imagens para as quais eu rezo. Meus deuses n�o me ajudar�o. Seu Deus n�o o ajudar�. Talvez eu o ajude. Est� interessado, 41? Posso ver que sim. Sou um lutador. E, em meus momentos de lazer... gosto de treinar lutadores. Tenho os melhores gladiadores e corredores de biga de Roma. - Gostaria de se tornar um? - Para morrer como seu escravo? Melhor do que viver acorrentado nesses por�es. - N�o ficarei aqui para sempre. - N�o? O que faria se escapasse? Duas pessoas foram condenadas comigo, minha m�e e minha irm�... mesmo sendo inocentes. N�o descansarei... - N�o diga que era inocente. - Adiantaria diz�-lo novamente? Pense bem na minha oferta. Nunca Escapar� se formos vitoriosos. Se n�o formos, afundar� com esse navio, acorrentado a seu remo. N�o posso crer que Deus me deixou viver esses 3 anos para morrer... ...acorrentado a um remo. - Sua f� � estranha e obstinada. Cr� que a nossa exist�ncia tem um prop�sito. Um homem s�o a teria perdido h� muito tempo. Como voc� perdeu. O que a fez perd�-la? Volte para seu remo, 41. C�nsul, inimigo avista. Sinalize para a frota. Preparem- se para a batalha. Todos a seus postos. - Carregar. - Preparar para atirar. Depressa! Depressa com a resina. Tragam mais muni��o. Levantar remos! Abaixar remos! Acorrentar remadores! Guarda. Desacorrente o 41. N�o quero morrer! N�o quero morrer! 41, por que ele fez isso? N�o sei. Um homem me ajudou, certa vez. N�o sabia o porqu�, ent�o. Velocidade normal! Numero um, a chama. - Fogo. - Fogo! - Fogo! - Fogo! Recolher remos ao meu comando. Levantar remos! Recolher! Timoneiro, a direita. Recolher remos! Fogo! Fogo! - Cuidado! - Fogo! Timoneiro, curso de colis�o! Ordene l� embaixo! - Velocidade de colis�o. - Velocidade de colis�o! - Fogo! - Barca�a em curso de colis�o! Vamos ser atingidos! Vamos ser atingidos! Por que me salvou? Por que me desacorrentou? Como se chama, 41? Judah Ben- Hur. Judah Ben- Hur... deixe- me morrer. ''N�s os mantemos vivos para servir a esse navio. Remem direito, e viver�o.'' A vela � quadrada? N�o sei dizer. Ser� melhor para ambos se for o inimigo. Minha morte. Sua liberdade. � uma vela romana. Virar para a popa! Bem- vindo, c�nsul. Hav�amos perdido as esperan�as. �gua! - A frota, destru�da? - Cinco gal�s. - E a batalha? - Vencemos a batalha. Teve uma vit�ria. - Foi uma vit�ria? - Completa. Em sua �nsia por salv�-lo... seu Deus salvou tamb�m a frota romana. - Salve Arrius! - Salve Arrius! Comecem a remar! Livrou os mares de uma grande amea�a, Quintus Arrius. Esse bast�o da vit�ria foi conquistado nobremente. Esse homem a seu lado, quem � ele? O homem que me salvou, imperador, Para voltar e servir- lhe. � tudo que sabe sobre ele? N�o. Foi acusado de um ataque ao governador da Jud�ia. Mas era inocente. Sen�o h� uma estranha inconsist�ncia nesse homem... que tenta matar meu governador, mas salva a vida de meu c�nsul. Volte amanh�. Falaremos sobre ele. Sabemos tudo sobre esse homem. � um homem influente em seu pa�s. Seu ataque ao nosso governador � um ataque ao senado e ao povo de Roma. Estou convencido de que nunca pretendeu atac�-lo. C�nsul, permita que continuemos. Permita que sejamos generosos. Como uma recompensa A sua grande vit�ria... n�o o mandaremos de volta as gal�s. N�s o daremos a voc� como escravo, fa�a com ele o que lhe agradar. N�s o daremos a voc� como escravo, fa�a com ele o que lhe agradar. Essa � a vontade do senado... e do povo de Roma. H� pouco tempo, retornei a Roma com um rapaz que salvou minha vida. Todos o conhecem como o melhor corredor de bigas de Roma. Cinco vezes, conduziu meus cavalos a vit�ria. Conhe�o- o como aquele que ocupou o lugar do filho que eu perdi. Sinto o amor e o orgulho pelos feitos de um filho... que achei que jamais sentiria novamente. Nada pode fortalecer nossos la�os, mas hoje quero compartilhar isso... com todos voc�s. As formalidades da ado��o terminaram. O jovem Arrius � agora o portador legal de meu nome... e o herdeiro dos meus bens. Esse anel de meus ancestrais Teria sido do meu filho. Portanto agora ele � seu. O destino � estranho, me deu uma nova vida... um novo lar... um novo pai. Ele me trouxe aqui. Ele pode me levar embora. Mas onde quer que eu esteja... tentarei sempre usar esse anel como um filho de Arrius deveria usar. Com gratid�o e afeto... e com honra. Esse � meu filho. Meu velho amigo P�ncio Pilatus, o jovem Arrius. Esse � meu filho. Meu velho amigo P�ncio Pilatus, o jovem Arrius. Antes de sua chegada, meus cavalos sempre venciam. - Cavalos magn�ficos e velozes. - N�o o suficiente para derrot�-lo. - Diga- me, vem da Jud�ia? - Sim, senhor. Soube que � dif�cil viver naquele clima. N�o, para os judeus. Detesto a id�ia. Serei nomeado governador. Da Jud�ia? Pedi a Alexandria, mas parece que o deserto precisa de meus talentos. Os escorpi�es e os profetas n�o podem ficar sem mim. Deixe a Jud�ia de lado, pelo menos por essa noite. Cabras e Jeov�. Vai partir. Eu devo. N�o posso impedir que fa�a essa viagem. Manteve seus olhos nela todos esses meses. Posso reconhecer a dor... mesmo assim, aconselho- o a esperar. Gratus ser� substitu�do. P�ncio Pilatus ser� o novo governador. - Quando? - Muito em breve. Isso pode favorecer- nos. Nada poder� favorecer- me se chegar a Jud�ia tarde demais. Esse pensamento tem me torturado desde que cheguei aqui. Roma o ver� novamente? Essa � uma parte da minha vida que criou para mim. Sempre me lembrarei disso. Nenhum deus se interessa pelas esperan�as de um velho. Agem do seu modo. Perdoe- me. � um estranho aqui. N�o seria de Nazar�? - Por que pergunta? - Pensei... que poderia ser... aquele que retornei de meu pa�s para encontrar. Deve ter a sua idade. Quem? Quando o encontrar... o reconhecerei. Mas perdoe- me. Sou Baltazar de Alexandria. Um h�spede do xeque llderim. Seu miolo mole! O chicote n�o! - Esse � meu anfitri�o. - Gentilmente! Tolo! Sapo desmiolado! N�o entende nada de cavalos! Se bater de novo nas minhas crian�as, arranco sua pele! V� com cuidado na primeira curva, e deixe- os correr! Continue! Lembre- se de minhas palavras! Mostre- nos alguma sensatez! Belos cavalos! Agora! Agora! Est�o prontos! Solte- os! Observe. N�o conseguir�o fazer a curva. Detenha- o! Pare com o chicote! Vou mat�-lo! Lun�tico! D�- me essas r�deas, seu tolo! Acha que pode tratar meus cavalos como animais? V� montar vacas e cabras! � para isso que serve! Saia da�, idiota! Monte cabras, n�o cavalos! Estou perdido. Viu s�? Ele disse que isso aconteceria. Seus cavalos s�o �timos, mas n�o formam uma equipe. - N�o formam? - Um deles se manteve est�vel. - O que correu por fora. - Antares. O mais lento? Devia correr por dentro, onde daria estabilidade aos outros nas curvas. Tem um olhar agu�ado. Onde o adquiriu? No circo em Roma. Voc� correu no grande circo? Diga- me, meu amigo, poderia fazer meus quatro correrem como um? - Estou indo para Jerusal�m. - Descanse at� o amanhecer. Temos tempo para comer, beber e conversar. Venha a minha tenda refrescar- se e fale- me sobre as corridas em Roma. Se tivesse boa voz, cantaria Para voc�s o salmo dos cavalos. Nenhum outro animal � um descendente t�o puro... das primeiras criaturas desse mundo. Amanh�, colocarei Antares por dentro. Quando o fizer, encurte ajunta. Isso ir� ajud�-los nas curvas. Judah Ben- Hur. � um judeu, e mesmo assim correu no grande circo. Por uma estranha escolha e por um destino mais estranho ainda. Encontr�-lo aqui foi t�o bom. Poder�amos realizar maravilhas. Mas tem de partir. - Minha viagem n�o pode esperar. - Ent�o, talvez voc� possa voltar. E, quando o fizer, traga seus amigos, suas esposas. - N�o tenho esposas. - Nenhuma esposa? - Tenho seis, n�o, sete. - Contei oito. E isso porque est� viajando. Em casa, ele tem mais. Acredite, � uma grande vantagem ter muitas esposas. - Um dia, espero ter uma. - Uma esposa! Um deus, eu posso entender. Mas uma esposa, isso n�o � civilizado. N�o � generoso. - A comida n�o estava do seu agrado? - Pelo contr�rio. Obrigado. Obrigado. Aceite meu conselho, meu amigo. Compre algumas esposas. E agora tenho de dar boa noite para as minhas belezas. Ficam impacientes e ciumentas na hora de dormir. Esperam para ver quem abra�arei primeiro. - Ent�o me despe�o. - N�o. Fique e veja- as. Venham, minhas crian�as. Venham. Estranhos as deixam acanhadas. Venham. Venham, n�o tenham medo. Venham. Isso, minhas crian�as. Descendem dos cavalos dos primeiros fara�s... e dei a eles nomes de estrelas. Venha, Antares. � o mais lento, e pode correr o dia todo sem se cansar. O qu�? Sim, sim. Sim, eu tamb�m te amo. � o meu bom Antares. Venha, Rigel. Ambos jantamos bem, e o mundo � bom. Meu bom Rigel. Sim, est� pronto para dormir. J� trabalhou bastante por um dia, n�o �? Bem, poder� ir dormir num minuto. Boa noite. Boa noite, meu tesouro. Calma, Aldebaran. N�o me esqueci de voc�. N�o. � o mais r�pido, mas tem de ter calma. Nunca vi cavalos melhores, nem em Roma. Devia ver a m�e deles, Mira. N�o ouso traz�-la, meu povo n�o Suportaria sua aus�ncia. Est� bem. � amigo delas, mas elas n�o entregam o seu afeto prontamente. Venham, Antares, Rigel, j� � tarde. Altair, Aldebaran, v�o dormir. T�m de ser fortes e velozes. V�o, minhas crian�as. V�o. Em Jerusal�m, correr�o contra os melhores do mundo... e o campe�o do oriente, Messala, com seus dem�nios negros. - � capaz de tudo para vencer. - Messala? No circo? - Voc� o conhece? - Eu o conhe�o. Talvez sem muita afei��o. Meu povo reza por algu�m que nos leve a uma vit�ria sobre Messala. Pode ser esse homem... que acabar� com sua arrog�ncia romana na arena. Meus cavalos s� precisam de algu�m a sua altura... que os domine com amor. Para ele, seriam mais velozes que o vento. Isso � imposs�vel. � uma pena. Mas pense a respeito. Quebrar seu orgulho. Humilhar esse homem diante do povo que degradou. Pense nisso, sua derrota e humilha��o nas m�os de um judeu! Sei que n�o � poss�vel. Mas isso n�o deleita sua imagina��o? N�o serve aos seus prop�sitos? Lidarei com Messala a meu modo. E seu modo � matando- o. Vejo algo terr�vel em seus olhos. Mas n�o importa o que ele fez, n�o tem o direito de mat�-lo. Inevitavelmente ser� punido. - N�o acredito em milagres. - Mas toda vida � um milagre. Por que n�o aceita o julgamento de Deus? N�o acredita em milagres. Mas, certa vez, Deus falou comigo das trevas... e uma estrela me levou a uma aldeia chamada Bel�m... onde encontrei um rec�m- nascido numa manjedoura. E Deus vivia nessa crian�a. J� � um adulto agora, e deve estar pronto para come�ar seu trabalho. Por isso voltei, para estar por perto quando aparecer entre n�s. Ele est� por perto. Viu o p�r- do- sol essa tarde como n�s. Talvez esteja parado em alguma porta ou no topo de uma colina. Talvez seja um pastor, um mercador, um pescador. Mas ele vive... e nossa vida, de agora em diante, levar� a sua marca. H� muitos caminhos que levam a Deus, meu filho. Espero que o seu n�o seja muito dif�cil. Vou dormir. Baltazar � um homem bom, mas at� que sejamos todos como ele... devemos manter nossas espadas afiadas. E nossas inten��es, honestas. Devo partir. S� mais uma coisa. N�o h� leis na arena. Muitos s�o mortos. Espero v�-lo novamente. �tima seda de Damasco! �tima seda de Damasco! Esther? � Judah. Voc� est� vivo. Voc� est� vivo! O que faz aqui? O que houve? Estou aqui. Estou aqui com voc�. Onde est� seu pai? No dia em que levaram voc�, ele foi preso. Eles o torturaram. Quando tiveram certeza de que n�o escondia nada, o soltaram. Desde ent�o, temos vivido aqui, escondidos. Nunca voltaram a Antioquia? Os romanos levaram tudo. N�o havia nada para n�s l�. Onde est�o minha m�e e minha irm�? Deixe- me contar a ele primeiro. Pai. Pai, aconteceu algo maravilhoso. Judah Ben- Hur est� vivo. Ele voltou. Est� aqui. Judah? Judah Ben- Hur. Meu querido e velho amigo. Deixe- me olhar para voc�. Deixe- me v�-lo. Louvado seja Deus por sua miseric�rdia. Onde elas est�o? Desde aquele dia terr�vel... n�o soube nada sobre elas. Devia ter sido menos leal. N�o sinta pena de mim, mestre Judah. Na verdade, sou duas vezes o homem que eu era. � Malluch, minha outra metade. Nos conhecemos na masmorra. Fomos soltos no mesmo dia. Malluch sem sua l�ngua, e eu sem vida em uma das pernas. Desde ent�o, eu tenho sido sua l�ngua; e ele, minhas pernas. Juntos, somos um homem consider�vel. Meu velho amigo. Ela sempre disse que retornaria. Nunca perdeu as esperan�as. Tinha esperan�as, mas n�o acreditava. Vejo que o seu objetivo Era salvar sua m�e e sua irm�. Mas suponha que isso n�o seja poss�vel. Se um objetivo falha, � sempre bom ter outro. Boa parte de sua fortuna foi salva, Judah. N�o conseguiram que eu dissesse onde estava. H� o bastante para conseguir poder e comprar a morte dos romanos. - N�o foi por isso que voltei. - Judah, elas est�o mortas. Quatro anos! Ningu�m sobrevive tanto tempo nas masmorras. Quem vive mais de um ano nas gal�s? � verdade. Judah Ben- Hur. Voltou para n�s como uma f� que ressurge. - Quero rir novamente. Fa�a- nos rir. - N�s riremos. Haver� alegria nessa casa de novo. Celebraremos entre o p� e as teias. Eu o levo. J� estivemos aqui antes. H� muito tempo. Quatro anos. Mas agora parece que... foi apenas ontem. Eu disse: ''Se n�o estivesse prometida, lhe daria um beijo de despedida''. ''Se eu n�o estivesse prometida, n�o precisar�amos nos despedir.'' N�o estou prometida. Por que nunca se casou? Meu pai precisava de mim. E tamb�m... Ainda est� no meu dedo. Disse que o usaria at� encontrar a mulher com quem me casaria. Tornou- se parte da minha m�o. - Se Messala souber que est� aqui... - Tem de saber. Ele saber� onde elas est�o. E se descobrir... ...se disser que est�o mortas? - Desejar� que estivessem vivas. J� vi muito bem o que o �dio pode fazer. Meu pai se queimou por isso. Mas soube de um jovem rabino que diz que o perd�o � maior... e que o amor � mais poderoso que o �dio. Eu creio nisso. - Esther. - Judah. Continue vivo. Fique longe de Messala. S� se eu desistir de pensar e sentir. Essa hora ainda n�o chegou. A pedra escorregou desse telhado h� tanto tempo e continua caindo. S� que dessa vez n�o o mandar�o para as gal�s. Desta vez, ser� destru�do, morrer�. **** FIM DO CD 1 **** Para o tribuno, com os cumprimentos de Quintus Arrius. Ele o aguarda. - O c�nsul, aqui? - O jovem Quintus Arrius. Agrade�a- lhe. E traga- o at� mim. - N�o sabia que ele tinha um filho. - Ouvi falar do jovem Arrius. � um campe�o do grande circo. Por que traz presentes para mim? Talvez corra contra voc� nos jogos. Talvez corra contra voc� nos jogos. Olhe. � magn�fico. - E de um homem que nunca encontrei. - Est� enganado, Messala. Que truque de m�gica o faz levar o nome de c�nsul de Roma? Voc� foi o m�gico, Messala? Voc� me condenou as gal�s. Quando meu navio afundou, salvei a vida do c�nsul. Conhece o seu selo? E agora voltei, como jurei que voltaria. Seu presente � magnificamente apropriado, jovem Arrus. Sugere que o use em mim mesmo? O que aconteceu com minha m�e e minha irm�? N�o � obriga��o minha saber dos prisioneiros. Encontre- as, Messala. Devolva- as, e esquecerei o que prometi... a cada movimento do remo ao qual me acorrentou. N�o posso fazer nada sem a aprova��o do governador. Ent�o consiga- a! Voltarei amanh�. N�o me desaponte, Messala. - O que foi feito delas? - Passaram- se quase cinco anos. - Acha que ainda est�o vivas? - V� at� a fortaleza, descubra. - E se estiverem mortas? - Est�o mortas! ''Miriam, esposa. Tirzah, filha.'' - Sim, s�o elas. Est�o vivas? - Se��o leste. N�vel inferior. Cela dois. O carcereiro daquele n�vel saber�. �gua! �gua! Deixem- me sair! �gua! �gua! - Quando as viu pela ultima vez? - Nunca as vi. E estou aqui h� tr�s anos. Mas est�o vivas. A comida desaparece. Leprosas! Devem ser levadas para fora da cidade imediatamente. Depois queimaremos a cela. Tem algu�m a�? Tem algu�m a�! Quem � voc�? N�o chegue mais perto. Quem � voc�? Esther... � Miriam. Miriam? Fique onde est�. - Voltou para casa! - Para tr�s, Esther. Somos leprosas. Esther! Tirzah! Esther... Judah est� vivo? Sim, ele est� vivo. Est� aqui. Onde? Est� procurando voc�s agora. Preciso encontr�-lo para dizer- lhe, e dizer a meu pai. N�o diga a ningu�m. Estamos indo para o Vale dos Leprosos. N�o voltaremos. Judah tem de saber. Por favor! N�o pude ver seu rosto. Est� mudado? N�o, ele n�o mudou. Ele... ele n�o mudou. Voc� o ama, Esther. Prometa- me... por seu amor por ele... que nunca dir� que nos viu. Ele nunca saber�? Deixe que se lembre de n�s como �ramos. Prometa. N�o tenho mais nenhuma esperan�a. Apenas essa. Eu prometo. Fico contente. Esperem! Messala as encontrar�. Estou certo. Pe�o a Deus que estejam vivas e que Messala as liberte. Ele as libertar�. Ele quer sobreviver. Ele n�o pode libert�-las. O que quer dizer? - Eu as vi. - Voc� as viu? Onde? Quando as viu? Estavam mortas. Estavam mortas. Quando? Quando? Quando? Na pris�o. Enquanto esperava por not�cias de meu pai. Por que n�o me disse? N�o podia lhe dizer. Nem mesmo a voc�, pai. Tinha medo de que se visse Messala... Tem de dar um fim a sua busca. - Ela acabou agora. - Acabou? Acabou? Judah, esque�a, esque�a Messala. Volte para Roma.

Video Details

Duration: 3 minutes and 16 seconds
Country: United States
Language: English
Genre: None
Views: 69
Posted by: xsilverphinx on Jul 16, 2010

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