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Apocalispe: A noiva , A besta & Babilônia — Compartilhe! YouTube 720p

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ELE ENSINOU DURANTE 03 ANOS e MEIO SOMENTE, E, EM UMA GERAÇÃO AS PALAVRAS QUE ELE DISSE TRANSFORMARAM O MUNDO. AGORA, 2000 ANOS DEPOIS SEUS SEGUIDORES CONTADOS EM BILHÕES, COBREM GRANDE PARTE DO PLANETA TERRA. EMBORA A PRÁTICA DO CRISTIANISMO DE HOJE MAL SE ASSEMELHE COM OS PRIMEIROS ENSINOS DE JESUS. AS PROFECIAS ANUNCIARAM QUE ISTO IRIA ACONTECER..... Hoje, ap�s dois miI anos seu n�mero de seguidores, cobrem a terra em biIh�es, entretanto, a pr�tica do cristianismo moderno hoje em dia Aproximadamente 91 A.C. Ilha de Patmos A profecia previu que isto aconteceria... Cerca de 91 d.C. IIha Pris�o - Patmos E um grande Sinal apareceu no céu: uma mulher vestida de Sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de 12 estrelas sobre sua cabeça. E a Mulher estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz. E outro sinal apareceu no céu.... Um grande terrível Dragão Vermelho.. E o Dragão parou diante da Mulher ques estava pronta para dar à luz para devorar seu filho no momento em que nascesse. Uma Mulher, uma Criança e um Dragão. À Primeira vista... essa combinação pode parecer um conto de fadas assustador. De fato, as cenas assustadoras que você acabou de assistir.. ..fazem parte de uma Profecia poderosa e verdadeira, dada ao Apóstolo João aproxidamente 2000 anos atrás. O que esta profecia encontrada em Apocalipse 12 tem a nos dizer ? Será que ela aponta para algum evento que ocorreu milhares anos atrás? Ou Será que ela não descreve eventos que irão acontecer no futuro proxímo? E quem a Mulher, a criança e o Dragão representam? Entre conosco agora ....nesta jornada profunda em um Mundo que poucos conhecem, mas no qual somos todos participantes. Apocalipse, a Noiva, a Besta & Babilônia. Apocalipse: A noiva, A besta & Babilônia No último livro da bíblia, o Apocalipse. Foi mostrado ao apóstolo João uma visão de uma incrível Luta entre o Bem e Mal, Uma profecia sobre uma batalha que está sendo travada nos bastidores desde a aurora dos tempos. Os segredos por detrás desta Profecia estiveram envoltos em mistérios por séculos... até agora.... Dos Reinos e Governantes ao redor do Mundo que seguiram aos homens e homens e mulheres que lutaram pelo que acreditavam Esta é a história do Cristianismo. Uma busca pela Verdade e o fundamento da fé de bilhões. Em uma primeira oIhada isto pode parecer ingredientes para um conto de terror. Na verdade, esta cena que voc� acabou de ver � parte de uma profecia verdadeira e poderosa dada ao ap�stoIo Jo�o h� aproximadamente 2.000 anos atr�s . O que esta profecia encontrada no Iivro de ApocaIipse 1 2 nos diz? FaIa sobre aIgum evento que aconteceu h� miIhares de anos ou descreve coisas que acontecer�o em um futuro pr�ximo? E quem a muIher, o drag�o e a crian�a representam? Junte-se a n�s nesta profunda viagem dentro de um mundo que poucos j� viram, mas s�o parte deIe. ApocaIipse: A noiva, a besta e a BabiI�nia. ApocaIipse: A noiva, a besta e a BabiI�nia no �Itimo Iivro da b�bIia, ApocaIipse, o ap�stoIo Jo�o recebe uma vis�o de uma grande Iuta entre o bem e o maI, uma profecia de uma bataIha que tem sido travada por tr�s das cenas desde o in�cio dos tempos. Os segredos por tr�s desta profecia tem sido envoIto em mist�rio por s�cuIos... at� agora. Dos reis e governantes que ca�ram peIo mundo ao homem e a muIher que que se Ievantaram para Iutar peIo que eIes acreditavam, esta � a hist�ria do cristianismo, � procura peIa verdade e o aIicerce da f� para biIh�es. ''Apareceu no c�u um sinaI extraordin�rio: uma muIher vestida do soI, com a Iua debaixo dos seus p�s, e uma coroa de doze estreIas sobre a cabe�a... EIa estava gr�vida e gritava de dor, pois estava para dar � Iuz... O drag�o coIocou-se diante da muIher, que estava pronta para dar � Iuz, para devorar o seu fiIho no momento em que eIe nascesse.'' Muitos estudiosos e historiadores da b�bIia estudaram esta profecia ao Iongo dos anos e concordaram que a profecia de ApocaIipse 1 2 aponta para um evento conhecido como ''O massacre dos inocentes'' que aconteceu no primeiro s�cuIo na Jud�ia. Nas d�cadas que Ievavam ao nascimento de Cristo, o Imp�rio Romano havia conquistado compIetamente o mundo mediterr�neo, incIuindo a Jud�ia. Em muitos pontos da hist�ria eIes tiveram pessoas diferentes governando. Vinte anos antes de Jesus nascer temos o rei Herodes, um rei com autoridade romana. H� documentos fora da B�bIia sobre eIe que nos diz que eIe era muito crueI. EIe era capaz de matar seus pr�prios fiIhos. EIe era impiedoso e voc� n�o iria querer ver seu Iado ruim. Herodes ficou muito apreensivo quando uma pequena deIega��o de homens s�bios vindo do oriente � JerusaI�m anunciando sua procura peIo rec�m nascido rei dos Judeus. Porque Herodes ficaria irritado com isso? Porque este era o t�tuIo de Herodes que foi conferido a eIe peIo Imp�rio Romano: Rei dos Judeus. E eIe pergunta aos seus astr�Iogos: - H� quanto tempo � poss�veI que esta crian�a tenha nascido? E eIes determinam que provaveImente tenha sido h� 2 anos no m�ximo, taIvez menos. EIe descobre peIos fariseus e peIos saduceus onde exatamente esta crian�a havia nascido e foi em BeI�m e eIe se preocupa em perder seu trono. EIe tem tanta raiva desta crian�a que envia os soIdados para para matarem Jesus. A B�bIia conta-nos que este ato b�rbaro foi inspirado por mais do que apenas um tirano ciumento de um veIho rei. Muitos estudiosos da B�bIia acreditam que isto � parte de uma bataIha muito maior THAT HAS SPANNED THE AGES AND IS STILL HAPPENING TODAY. Para desvendar os segredos desta profecia precisamos primeiro identificar os personagens principais: a muIher, a crian�a e o drag�o. EIe diz: ''E ent�o eu vi outro sinaI, uma muIher, vestida do soI, com a Iua debaixo dos seus p�s, e uma coroa de doze estreIas sobre a cabe�a.'' VamosanaIisar mais de perto a muIher. Sabemos que eIa simboIiza aIgu�m ou aIguma coisa. A B�bIia diz a quem esta muIher representa? ''Maridos, amai vossas esposas, como tamb�m Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por eIa.'' ConcIu�mos a partir disso que a igreja � a noiva de Cristo. EIa n�o � apenas a noiva de Cristo, mas de certo modo, j� que nenhum homem odeia a pr�pria carne, a igreja � o corpo de Cristo. A muIher nas escrituras representa cIaramente a igreja. Temos uma muIher como representante do povo de Deus. Vemos isso no Antigo Testamento. Vemos isso no Novo Testamento. Jesus veio do povo de IsraeI e ent�o a igreja cresce como aIgo que Jesus desenvoIve. O mais importante, esta muIher est� prestes a dar � Iuz a uma menino especiaI. Quem � este menino? Temos duas indica��es: Uma: EIe reina com um cetro de ferro sobre as na��es. Esta � uma refer�ncia ao Antigo Testamento onde, cIaramente, � Deus quem governa sobre as na��es com um cetro de ferro. E eIe diz que eIe subiu aos c�us e quem sobe aos c�us? Jesus Cristo, correto? EIe � o Reis dos reis e Senhor dos senhores. Essas duas indica��es definitivamente nos dizem que este � Jesus. Agora vamos considerar o viI�o nesta profecia importante: O drag�o. ''E outro sinaI apareceu no c�u: e eis que era um grande drag�o...'' Gostaria de poder apenas Ihe dar uma teoria ut�pica aqui, mas a B�bIia nos diz quem � o drag�o. O drag�o representa o dem�nio. Tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, quem tenta destruir? � Satan�s, o anjo, o dem�nio. E eIe ataca assim que Cristo vem sobre a face da terra; O ataque est� I�. ''O grande drag�o foi expuIso. EIe � a antiga serpente chamada Diabo ou Satan�s, que engana o mundo inteiro. EIe e seus anjos foram Ian�ados � terra.'' O que vemos aqui na primeira parte de ApocaIipse 1 2 � um retrato simb�Iico do confIito antigo entre Cristo e Satan�s. Encontramos esta descri��o indo ao in�cio do Jardim do �den onde temos a cobra com asas. O que � uma cobra com asas? � uma forma de drag�o. E temos esta serpente, este drag�o desde o in�cio das escrituras. Durante toda a vida e minist�rio de Cristo Satan�s tenta interromper os pIanos de Jesus de prover a saIva��o para a humanidade. ''Mas eIe foi transpassado por causa das nossas transgre��es, foi esmagado por causa da nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre eIe, e peIas suas feridas fomos curados.'' Em muitos pontos Jesus foi expuIso das sinagogas e quiseram empurr�-Io de um penhasco. EIes tentaram siIenci�-Io. EIes o torturaram a morte pubIicamente. Mas o esquema de Satan�s de sabotar o pIano de saIva��o foi compIetamente destru�do quando Jesus ressuscitou dentre os mortos. ''E seu fiIho foi arrebatado para junto de Deus e de seu trono.'' Com o fiIho de Deus agora fisicamente fora de seu aIcance, O Diabo direcionou toda sua f�ria para os seguidores de Jesus, os novos crist�os. EIe atuou muito por interm�dio do poder crueI do Imp�rio Romano. ''Quando o drag�o viu que havia sido Ian�ado � terra, come�ou a perseguir a muIher que dera � Iuz a um menino.'' Cristianismo era uma bataIha, uma minoria perseguida que n�o tinha status oficiaI no Imp�rio Romano e havia uma s�rie de persegui��es, aIgumas muito severas. Uma das fun��es da reIigi�o no Imp�rio Romano era assegurar o bem-estar do Estado. A id�ia era que se os deuses fossem propriamente adorados eIes favoreceriam o Imp�rio e se fossem adorados inadequadamente ent�o coisas ruins aconteceriam ao Imp�rio como resuItado da ira divina. EIes n�o querem oferecer sacrif�cios aos deuses e os deuses naqueIe tempo incIu�am o imperador. Ent�o � f�ciI considerar este povo como bodes expiat�rios reIigiosos. Basicamente, se aIgo est� indo errado � prov�veI que haja crist�os a voIta que est�o se recusando a dar o sacrif�cio devido ao deuses deIes. CIaro, eIes devem ser punidos e a puni��o, na maioria das vezes, significava a morte. O que as pessoas pensavam era que os crist�os se reuniam tamb�m para terem reIa��es sexuais entre seus irm�os e irm�s, porque havia rumores de que eIes cometiam incesto. Os crist�os costumavam se chamar de ''irm�os'' e ''irm�s'' e costumavam comer a carne de Cristo. As pessoas ouviam faIar, que aparentemente, os crist�os estavam comendo crian�as. Ent�o, quando os pag�os ouviram isto tiveram os piores pensamentos. Os crist�os eram progressivamente despojados de seus pr�prios registros civis e miIitares. Os Iivros eram confiscados. Suas igrejas destru�das. EIes eram proibidos de encontrarem-se e assim por diante, tudo porque h� uma inquietude que abaIa o bem-estar do Imp�rio. Enquanto as primeiras igrejas sofreram debaixo desta persegui��o de Roma, suas vidas se tornaram um testemunho poderoso peIa verdade. Enquanto os pag�os viveram em constante medo supersticioso, estes crist�os enfrentaram tortura e morte com uma paz sobrenaturaI. Basicamente, o que Nero fez foi aIimentar os Ie�es com suas vidas. EIe os amarravam aos piIares, coIocava piche neIes, e ent�o coIocava fogo como tochas humanas para que pudessem continuar com suas festividades ao Iongo da noite. EIe os esticava e os puxava at� separ�-Ios em dois, sendo mortos por gIadiadores. Fazia isto da maneira mais criativa que se pudesse para descartar os crist�os. Quando enfrentavam o doIoroso fim de suas vidas eIes geraImente cantavam e aIegravam-se. Como miIhares de crist�os pagaram um pre�o aIto peIa sua f�, suas ora��es finais e seu sangue essenciaImentetornaram-se sementes para a nova igreja. As pessoas ficam t�o fascinadas de como esses crist�os est�o morrendo que a rea��o imediata �: ''Quero me aIistar''. E assim os crist�os espaIharam-se como fogo incontroI�veI. Quanto mais matavam eIes mais defendiam sua f�. � verdade e acho que isso deve ser enfatizado, que a igreja primitiva espaIha apesar das muitas tentativas concertadas com a repress�o de autocracia extrema e Imperadores poderosos que se impuseram firmemente contra os crist�os e ainda assim, as igrejas primitivas sobreviveram. TertuIiano argumenta que sempre que aIgo d� errado, sempre que h� uma fome ou sempre que h� uma doen�a, uma peste devastadora, todos dizem: ''Lancem os crist�es aos Ie�es,'' e eIe diz com maI�cia, - Como se muitos pudessem ser aIimentados por t�o poucos. E o que eIe quer dizer � que voc� n�o pode destruir todos n�s. Durante este tempo de crescimento exponenciaI, crist�os em todo Imp�rio Romano IiteraImente foram para debaixo da terra. Este Iabirinto de t�neis e c�maras embaixo das cidades romanas se tornaram conhecidos como ''As catacumbas.'' Agora, as catacumbas s�o importantes para a compreens�o. Primeiro, muitas pessoas imaginam que h� cavernas naturais debaixo de Roma e que os crist�os simpIesmente entravam neIas. As catacumbas, quase que sem exce��o, n�o s�o cavernas naturais. EIas foram cavadas peIos crist�os. E os crist�os fizeram um Iabirinto subterr�neo compIeto. AIgumas vezes os cuItos eram ministrados I�, nas tumbas dos M�rtires. O segundo ponto � que o ato de enterrar seus mortos � extremamente significante. Os crist�os acreditavam na ressurei��o do corpo. CIaro, aqueIa cren�a mudou com o passar dos s�cuIos, mas de tudo, entendemos que, os primeiros crist�os acreditavam que eIes ressuscitariam naqueIa mesma forma corporaI, e por este motivo, eIes escoIhiam enterrar seus mortos ao inv�s de crem�-Ios. Entretanto, se fossem vistos enterrando seus mortos especiaImente em tempos onde havia uma intensa onda de persegui��o, era mais ou menos o mesmo que dizer �s pessoas ''Venham me investigar, taIvez eu seja um crist�o.'' Em 306 d.C., um imperador romano assumiu o poder e as coisas come�aram a mudar rapidamente. Constantino, o Grande era uma h�biI I�der miIitar e um poI�tico astuto. Constantino tinha que Iutar em muitas guerras civis afim de aIcan�ar seu aIvo poI�tico de ser imperador e este � seu aIvo pessoaI e poI�tico que n�o tinha nada a ver com o cristianismo. EIe desce a G�Iia - Fran�a Moderna - onde estava a base de seu poder para confrontar seu rivaI Max�ncio, na It�Iia. Constantino muda-se do norte - e voc� pensa em It�Iia, e h� esta Ionga estrada - e eIe ganha uma bataIha ap�s outra. Enquanto eIe estava marchando com seu ex�rcito teve um sonho em uma noite onde Deus aparecia a eIe e dizia-Ihe: ''Voc� se tornar� um crist�o coIoque este sinaI no seu escudo e voc� vencer�.'' Logo depois disso eIe teve uma vis�o, que a hist�ria nos conta que foi vista peIo seu ex�rcito assim como peIo pr�prio Constantino. EIe oIhou para cima e viu acima do soI e viu uma Iuz em forma de cruz e as paIavras em grego ''Em toutu Nika'' - com isso conquistar. A hist�ria de que eIe teve este sonho aparecereIativamente em um est�gio mais cedo. Foi descrito por Eus�bio. H� fontes diferentes. H� vers�es diferentes, Mas parece que Constantino diz: ''Eu tive esta vis�o divina e um anjo me disse que com o sinaI da cruz eu vencerei.'' Constantino ordenou as suas tropas para adornarem seus escudos com o s�mboIo crist�o. Seus oponentes mudaram-se da cidade para enfrentar Constantino e seu ex�rcito em sentido contr�rio, o que j� havia sido treinado muitas vezes porque eIes j� tiveram muitas vit�rias descendo do norte, de MiI�o abaixo. Seus oponentes atravessam o rio peIa ponte de MiIvian, Constantino e seu ex�rcito est�o � frente deIe, o rio e a cidade a suas costas; EIe n�o est� em uma boa situa��o. Se voc� n�o derrubar o ex�rcito que vem do sentido contr�rio, n�o h� como bater em retirada. Ent�o eIe perde. Para Constantino, que certamente ainda n�o � um crist�o, Isto � aIgo poderoso, porque eIe mesmo acredita ''O Deus crist�o me deu a vit�ria.'' O Deus crist�o � mais poderoso do que outras divindades. Fica cIaro que Constantino fez do s�mboIo do cristianismo parte de seus padr�es imperiais e que eIe Iutou sob aqueIe s�mboIo e eIe ganhou. Sendo um bom imperador romano, eIe pensaria, ''Sim, eu tenho o s�mboIo. Estou no caminho correto,'' Ent�o, se voc� � um pag�o ou apenas aIgu�m que est� confuso sobre a reIigi�o, voc� teve aqui este confIito de divindades e quem est� no topo? O Deus crist�o. Voc� pode tirar suas pr�prias concIus�es. GraduaImente, o sentimento nacionaI contra o cristianismo come�ou a reverter. Durante o reinado de Constantino, os crist�o passaram de uma seita perseguida a posi��es de infIu�ncia nas cortes nos paI�cios de reis e governadores. Uma grande parte das eIites est�o no poder. Automaticamente torna-se tamb�m o bispo IocaI, etc. Voc� sabe, torna-se crist�o. N�o foi aIgo t�o grande assim porque a maioria deIes, de quaIquer forma, acreditavam em um ser divino que teve representa��es diferentes. Se voc� quer avan�ar no ex�rcito ou no servi�o civiI imperiaI, h� todos os incentivos para tornar-se um crist�o porque todas as pessoas em posi��es mais aIta s�o crist�os. ent�o, se voc� quer avan�ar dentro da hierarquia, seja miIitar, servi�o civiI ou a penas a corte, as pessoas tornavam-se crist�s. Isto se torna muito atrativo porque o decreto de toIer�ncia de Constantino faz isso. ''Constantino pode IegaImente cIamar o titiIo de o Grande, porque eIe mudou a hist�ria do mundo dentro de um novo curso e fez o cristianismo, que at� ent�o tinha sofrido persegui��es sangrentas, a reIigi�o do estado.'' E como as pessoas a voIta do Imp�rio Romano E como as pessoas a voIta do Imp�rio Romano entraram na igreja crist�, trouxeram com eIes muitos de suas praticas antigas e cren�as pag�s. Agora o cristianismo recebe o status de reIigi�o IegaI, tornando-se atrativo subsequentemente nas pr�ximas gera��es, por um grande n�mero de membros da eIite superior. Agora a porcentagem de crist�os neste topo de 1 0% , 15% , 25% cresce e cresce dramaticamente de 1 % � 2% . Esta � a mudan�a reaI. Foi quando o cristianismo reaImente tornou-se o cristianismo que � hoje, porque agora as pessoas que estavam no poder, agora s�o crist�os. Com o passar do tempo, os Iideres das igrejas come�aram a abra�ar as vestes soberanas e o rito extravagante que era parte das reIigi�es pag�s e no Iugar dos simpIes comandos de Deus, come�aram a ensinar supersti��es e o Homem criou tradi��es. Ao inv�s da igreja crist� converter todo mundo pag�o, os pag�os estavam convertendo a igreja. H� um trem vindo do primeiro s�cuIo, representado peIos documentos que temos no Novo Testamento que demonstra, a forma da igreja I�, indo para dentro deste Iongo e escuro t�neI. do s�cuIo 2 atrav�s do s�cuIo 4 e ent�o saindo do s�cuIo 4, deste Iongo e escuro t�neI, e o trem da igreja que sai � t�o diferente do que o trem que entra que voc� diz: ''O que aconteceu?'' Em 391 d.C., peIa ordem do imperador Teod�sio primeiro, o cristianismo tornou-se a reIigi�o oficiaI do estado de Roma. Era proibido adorar nos tempIos pag�os e cessaram todos as praticasreIigiosas. Voc� est� tentando cristianizar um Imp�rio. Voc� est� tentando cristianizar uma cuItura pag�. As bas�Iicas antigas foram, basicamente, tempIos pag�os. CoIoque uma cruz sobre isso. CoIoque em pinturas de cenas b�bIicas, her�is b�bIicos, santos e m�rtires. Os crist�os s�o muito propositados e intencionais sobre tomar tempIos pag�os e tem um I�der de igreja not�veI que na verdade escreve isto em um tratado que sobrevive. EIe escreve uma retribui��o de ataques pag�os ao cristianismo e parte de sua evid�ncia � que eIe diz: ''Seus Iugares de adora��o agora s�o Iugares de adora��o crist�. foram tomados para n�s. Limpamos a idoIatria. os santificamos e fizemos deIes Iugares de adora��o ao verdadeiro Deus. Que evid�ncia cIarificadora voc� poderia desejar que o seu sistema compIeto de cren�a e faIsidade onde est�o seus deuses j� que eIes est�o permitindo isto acontecer?'' Crist�o, na verdade, �s vezes deIiberadamente e propositaImente, como uma estrat�gia, tomam, n�o somente Iugares, mas rituais ou id�ias e, como eIes pensam, as subvertem para avan�ar a causa de espaIhar o cristianismo. O que n�o conhecemos � a extens�o que seus pensamentos e dizer, ''at� que ponto isto � justificado fazer? e at� que ponto n�s, �s vezes, come�amos a adotar outras id�ias?'' A rapidez com que a igreja primitiva escorregou adentro da apostasia deixar� voc� sem f�Iego. Como miIh�es de pag�os precipitadamente uniu-se a igreja, eIes estavam naturaImentereIutantes em se desfazer de seus tesouros id�Iatras. Os romanos e os Gregos Estavam t�o acostumados a estarem cercados por s�mboIos e seus deuses, que eIes come�aram a fazer a mesma coisa com o cristianismo. Muitos destes novos convertidos apenas renomearam seus �doIos com nomes crist�os como PauIo, Maria e Pedro. Uma estatua de J�piter tornou-se uma est�tua de Pedro. E n�s sabemos disso porque h� um disco de soI sobre a sua cabe�a da est�tua que indica que este n�o � o Pedro, mas � uma est�tua pag� que foi renomeada. Ao inv�s de R�muIo e Remo, ''Por que n�o os m�rtires, os grandes m�rtires Cosmo e Dami�o, certo? As representa��es de Isis, que � originaImente uma deusa eg�pcia, mas tornou-se essenciaImente grega, a representa��o de Maria carregando seu fiIho. Voc� tem a tradi��o de uma m�e e uma crian�a em todo decorrer da hist�ria. Voc� tem isso em mitraismo, voc� tem isso na BabiI�nia, voc� tem isso voItando � P�rsia. Parece que Maria adquiriu aIgumas das caracter�sticas que estavam associadas em aIguns desses deuses. EIa veste um manto azuI escuro e esta de p� na metade da Iua. EIa � a m�e de todos os deuses, Isis carrega seu fiIho H�rus, que � a imagem que ganha um novo nome e agora o nome � Maria carregando o fiIho Jesus. Ou uma imagem do deus Hermes, eIe � mostrado como Cristo o bom pastor. AscIepios � o modeIo de iconografia para muitas descri��es de Jesus, Sim. Um deus jovem e vibrante com cabeIos Iongos encaracoIados at� mais o menos aqui e com um pouco de barba. Logo as est�tuas de santos e at� mesmo de Jesus come�aram a adornar as igrejas. Mesmo Deus cIaramente proibindo esta pr�tica nos dez mandamentos, as pessoas continuaram a reverenciar e a orar a estes �doIos renomeados. ''N�o far�s para ti imagem de escuItura, nem aIguma semeIhan�a do que est� nos c�us, nem debaixo da terra, nem nas �guas debaixo da terra. N�o te curvar� a eIas nem as servir�s;'' ReIacionado ao �Itimo ponto � a venerar�o � Maria, m�e de Jesus. embora seja verdade que Maria fosse uma muIher fieI e grandemente honrada de ser sua m�e, as escrituras em nenhum Iugar nos ensinam que eIa deve ser endeusada ou adorada. Maria sempre foi importante na hist�ria crist�, mas com o passar da Idade M�dia eIa torna-se eIevada quase que independente, quase que na posi��o de uma semideusa. Acreditava que a virgem Maria era a escoIhida que poderia faIar peIos seres humanos cuIpados ao supremo virtuoso, critico e muito severo fiIho. Uma imagem muito estranha, Mas � assim que arte reIigiosa daqueIe per�odo nos mostra isso. A B�bIia n�o venera Maria como uma santa especiaI. EIa � eIevada como uma muIher pura e maraviIhosa usada por Deus para dar � Iuz ao Messias. No entanto, no ano de 325 no Conc�Iio de Nic�ia, a igreja eIevou Maria a estatura de deusa e co-mediadora com Cristo. at� mesmo no in�cio do s�cuIo 1 4, as igrejas estavam sendo dedicadas a virgem Maria. Mas infeIizmente, n�o foram apenas estes erros que cometeram naqueIa �poca. Durante a era apost�Iica, o batismo era uma cerim�nia sagrada reservada apenas �queIes que tinham idade suficiente para tomar uma decis�o racionaI por Cristo. Era um testemunho p�bIico de aceitar a Cristo e o seu perd�o. O Batismo IiteraImente representa estar morto e enterrado para nossa vida antiga e ser ressuscitado, ou nascido de novo, para um nova vida em Cristo. Isto acontece ao decorrer dos s�cuIos, visto mais como um direito de inicia��o dentro do cristianismo e ent�o isto come�a a acontecer nos est�gios iniciais da vida, como se voc� estive no inicio de sua inf�ncia ou no inicio de sua adoIesc�ncia e se considera pronto, para assumir o compromisso de sua f�. A cerim�nia de batismo foi tamb�m reaIizada em um Iago ou um rio onde uma pessoa poderia ser submergida compIetamente, significando que seus pecados foram compIemente Iavados. A pr�tica do batismo foi graduaImente aIterada peIa igreja. Centenas de anos ap�s Cristo, foram introduzidos a aspers�o e derramamento de �gua como um modo mais conveniente de Batismo. Isto na verdade enfraqueceu o poderoso simboIismo do cuIto e isto contradiz o exempIo de Jesus, que foi batizado por imers�o. Isto continua a ser o caso at�aproximadamente o s�cuIo 1 2, na verdade, porque o s�cuIo 1 2 � um tempo quando os te�Iogos est�o reaImente reexaminando a doutrina crist� e eIes chegam a concIus�o de que o pecado originaI, o pecado que toda humanidade tem como resuItado a queda no Jardim do �den, e que existe na aIma a partir do momento do nascimento. Havia este conceito anti-b�bIico que uma crian�a poderia pecar Iogo ap�s nascer e por este motivo, se eIa pecasse, eIe estava em perigo de ir para o inferno e queimar no inferno para sempre. A �nica maneira de cuidar disso seria peIo batismo e eIa tinha que ser batizado na igreja. Se voc� n�o fosse membro da igreja, isso seria passagem garantida para o inferno. Ent�o, os te�Iogos dizem, ''Sabe do que mais? Precisamos come�ar a batizar os bebes imediatamente. Assim que poss�veI depois que eIes nascerem e se por aIgum acaso eIes morrerem eIes podem ir para o c�u.'' - cIaro, este � um per�odo quando � aIta a mortaIidade infantiI e muitos bebes morem. e muitos bebes morem. Outra verdade crist� que foi aIterada peIa infIu�ncia pag� foi a Santa Ceia. Jesus instituiu o cuIto de Santa Ceia, tamb�m conhecido como a eucaristia, para ser uma cerim�nia bonita, contudo simpIes onde seu seguidores beberiam vinho n�o fermentado e comeriam p�o sem Ievedo. Estes s�mboIos do corpo e do sangue de Jesus sem pecado foram feitos para ajudar os crist�os a Iembrarem-se do sacrif�cio e dos ensinamentos de Cristo. de Ionge, o rito mais importante para os crist�os da �poca medievaI foi a Eucaristia ou a Santa Ceia, ou, como eIes mais costumam chamar, a missa. Homens e muIheres re�nem-se e comungam o sacramento. EIes ceIebram o que chamar�amos de Santa Ceia, tomando o corpo e o sangue de Jesus Cristo. Mas novamente, debaixo da infIu�ncia dos rituais pag�os, O cuIto de Santa Ceia foi graduaImente mudado peIos I�deres das igrejas para uma Cerim�nia m�stica. Neste novo rituaI, vinho fermentado era usado e o sacerdote, supostamente tinha o poder de transformar o p�o e o vinho no reaI corpo e sangue de Cristo. Isto � transubstancia��o, conceito de que um padre transforma a Eucaristia no corpo e no sangue de Cristo por meio da pronuncia��o da formuIa ''Hoc est enim corpus meum'': ''Este � o meu corpo.'' Eram paIavras poderosas acreditava-se que tinha a propriedade de que quando eram proferidas Deus transformava a natureza do p�o e do vinho no corpo e no sangue de de um Jesus Cristo ressuscitado, at� o ponto onde mais tarde eIes dizem: - Estamos criando Deus por faIarmos as paIavras mistag�gicas. EssenciaImente, o que aconteceu no aItar foi que o p�o tornou-se carne, o vinho tornou-se em sangue, mas eIes ainda parecem-se com p�o e vinho. Esta oferta de sacrif�cio na Eucaristia, este sacrifico de Iouvor, esta aIimenta��o comunaI agora n�o se torna uma reIembran�a do sacrif�cio mas um sacrif�cio dentro e de si mesmo dando saIva��o. EIes acreditavam e ensinavam aquiIo que na missa Jesus Cristo, na pessoa do padre, sacrifica Cristo ao Deus pai e, assim ganha muita santidade, que a igreja pode outorgar para os benefici�rios daqueIa missa. Porque as pessoas acreditavam que ceIebrando a missa voc�s estavam fazendo aIgo bom que era oferecido a Deus, havia uma I�gica teoI�gica para fazer isso muitas e muitas vezes. At� 1 415 d.C., no Conc�Iio de Constan�a, os L�deres de Igrejas decretaram mais tarde que apenas os sacerdotes poderiam beber vinho e que as pessoas comum receberia apenas o p�o; no entanto a B�bIia diz cIaramente que quando Jesus estabeIeceu o cuIto da Santa Ceia todos beberam do vinho. quase 300 anos depois de Cristo, a igreja come�ou a desviar-se quase 300 anos depois de Cristo, a igreja come�ou a desviar-se de outro dos dez mandamentos; especificamente o 4� mandamento que requer aos crist�os de Iembrarem-se do 7� dia como s�bado. ''Lembra-te do dia de s�bado, para o santificar. ''Seis dias trabaIhar�, e far�s toda tua a obra. ''Mas o s�timo dia � o s�bado do Senhor teu Deus.'' no Imp�rio Romano juda�smo � uma reIigi�o antiga e reIigi�es antigas s�o respeitadas. Quando os judeus continuaram a Iutar contra Roma o que era um guarda-chuva de seguran�a debaixo do juda�smo tornava-se um p�ra-raios para o cristianismo, os crist�os tornavam-se aIienados peIo povo judeu. Os judeus os perseguiram e eIes tentaram se distanciarem dos Judeus. Os Iideres das igrejas come�aram a desvaIorizar o s�timo dia o s�bado dos dez mandamentos em preferencia ao domingo romano mais popuIar. AIguns crist�os erroneamente pensavam que o voc� deveria jejuar no s�bado mas voc� poderia ter um banquete aos domingos. Isto � o que os pag�os faziam, tinham um banquete aos domingos e jejuavam aos s�bados. N�o era um conceito judeu, os judeus jejuavam na sexta e tinha um banquete no s�bado, mas � assim que aIguns crist�os pensam sobre isso. Ent�o, se voc� est� jejuando em um dia e tendo um banquete no outro, voc� pode imaginar quaI dia torna-se mais popuIar. E Jesus ressuscitou em um domingo portanto h� uma tend�ncia muito naturaI, marcar e ceIebrar. H� uma terceira raz�o e esta � a infIu�ncia da adora��o ao soI que arrasta-se dentro da igreja e quando a adora��o ao soI come�a a entrar dentro da igreja, Constantino faz uso disto para Iiderar a exaIta��o do domingo, o dia do soI, como sendo o dia que as pessoas deveriam adorar. Esta partida graduaI da Iei de Deus com o passar dos s�cuIos tornou-se vastamente aceita e muitos ficam chocados ao aprenderem que guardar o domingo n�o tem fundamenta��o na B�bIia. em 313 d.C. Constantino pubIica o tratado de MiI�o, estabeIecendo o domingo como o dia de descanso. A Iei do domingo do imperador n�o tem nada a ver com o cristianismo, foi na verdade para honrar o principaI deus soI greco-romano chamado H�Iio, ou ApoIo. O imperador Constantino converteu-se ao cristianismo e tamb�m, porque eIe permaneceu parciaI ao deus soI, o imperador Constantino mudou o dia de adora��o do s�bado, como sempre foi tradicionaI no juda�smo, obviamente, para o domingo, o dia do deus soI. E desde ent�o o povo crist�o peIo menos peIa maior parte, esmagadora mantiveram seus dias de adora��o aos domingos mais do que o s�bado. Fica cIaro peIo outro decreto de Constantino, dado em 321 d.C. quando o imperador ordenou: ''No dia de venera��o ao soI deixe os magistrados e as pessoas residentes nas cidades descansarem, e vamos fechar todo o comercio.'' Perceba, o decreto usa a paIavra soI, ''S-O-L.'' Tamb�m esta documentado que Constantino o Grande fez uma Iei para todo o Imp�rio de que o domingo deveria ser mantido como dia de descanso. Obviamente, esta mudan�a n�o foi infiItrada na igreja da noite pro dia, A hist�ria nos diz que por d�cadas o s�timo dia s�bado, junto com o domingo, foram ambos observados como dias santos. A igreja primitiva cIaramente ainda est� adorando no s�bado judeu no tempo dos ap�stoIos, mas da metade para o finaI do s�cuIo 3, isso foi ampIamente abandonado ou est� em processo de ser abandonado. No inicio do s�cuIo quatro, em muitas partes do mundo romano, os crist�os est�o geraImente adorando aos s�bados. Muitos crist�os, durante este per�odo, observaria o s�bado e no domingo teriam um cuIto Iembrando-se da ressurei��o e ent�o voItariam a seus trabaIhos. Durante o tempo de Constantino a id�ia de transferir a soIenidade do s�bado para o domingo � expressada peIa primeira vez. S�cuIos mais cedo o profeta DanieI prev� que surgiria um poder reIigioso que pensaria na mudan�a de tempos e Ieis. Dentro dos dez mandamentos h� apenas uma Iei que tamb�m � um tempo: o s�bado. A doutrina de fogo do inferno tamb�m foi destru�da peIa mitoIogia pag�. No Iivro de apocaIipses a B�bIia nos ensina que ap�s o grande dia de juIgamento os perdidos ser�o Ian�ados dentro de um Iago de fogo. NaqueIa �poca, cada pessoa era punida de acordo com o que merece e ent�o eIes s�o totaImente consumidos e perecer�o eternamente. ''E n�o temais os que mantam o corpo e n�o podem matar a aIma, temei antes aqueIe que pode fazer perecer no interno a aIma e o corpo.'' ''Porque os vivos sabem que h�o de morrer, mas os mortos n�o sabem coisa nenhuma.'' Os padres come�aram a ensinar que o inferno era um Iugar de tormento eterno governado peIe dem�nio e isto come�a no momento da morte. A igreja ca�da foi capaz de usar este terr�veI conceito de tortura sem fim para aterrorizar e manipuIar tanto o rei quanto o pIebeu. O mais tr�gico de tudo, � que este faIso ensinamento retrata Jesus como aIgum tipo de dem�nio s�dico. Isto encorajou aIguns ate�stas e agn�sticos a desafiar o cristianismo e a id�ia crist� de amar a Deus se eIe fizer aIgo que � pior do que at� mesmo HitIer fez. N�o importa o que aIgu�m tenha feito, s�o biIh�es de anos de tortura, cabe ao crime? H� pessoas que odeiam a Deus e aprenderam a odiar a Deus por este motivo. Outro conceito pag�o que foi infiItrado no pensamento crist�o foi a respeito da vida ap�s a morte. Purgat�rio � a id�ia que ensina que na morte aIgumas pessoa entrar�o temporariamente no Iago de fogo onde ser�o purificados para ir ao c�u. Purgat�rio � a metade do caminho para casa, a metade do caminho, entre o c�u e o inferno. E a id�ia do purgat�rio � que voc� pode escapar deIe. Como na missa dizem: ''Consignado as fIamas dos pesares,'' � preenchido com peste, cheio de cheiros suIf�ricos, pode ser um pouco meIhor do que o inferno, mas tamb�m n�o � um piquenique. A igreja desenvoIve-se graduaImente e novamente, isto cresce na igreja com degraus Ientos, a id�ia de se aIgu�m morre com suas obras incompIetas provaveImente ter� que pagar por eIas em aIgum Iugar de sofrimento p�s-morte. EIes est�o sofrendo para serem purificados, Iimpos de seus pecados e ofensas que cometeram em vida. As pessoas da �poca medievaI acreditavam que quase todos que fossem membros batizados da igreja seriam saIvos e redimidos. Mas quase todo mundo tamb�m ter� que fazer a santifica��o peIos pecados que cometeram e que n�o foram confessados passando um tempo no purgat�rio. A reaI tarefa ent�o � reduzir o tempo no purgat�rio. Muitas pessoas entendem errado a diferen�a entre purgat�rio e inferno. Existe essa id�ia de que voc� pode sair do inferno; voc� n�o pode. Se voc� for para o inferno, acabou. N�o h� Iiberta��o. Somos �mpios e j� estamos condenados. Mas a maioria de n�s, temos muitos coisas ruins em n�s e como podemos ser bons o suficiente para irmos ao c�u? Precisamos fazer uma Iimpeza dentre de n�s e consequentemente temos a paIavra ''purgat�rio''. No entanto a maioria dos crist�os acreditam que seus famiIiares est�o sofrendo no purgat�rio e o purgat�rio n�o � um Iugar agrad�veI. voc� fica I� por miIhares de anos. A id�ia do purgat�rio data s�cuIos antes de Cristo. Obras de PIat�o, no inicio de 400 a.C. no ajuda a entender de onde veio este conceito de purifica��o e punimento. Contudo, o purgat�rio n�o se tornou considerado como um Iugar verdadeiro at� aIguns s�cuIos depois. Entre 1 1 60 e 1 180 d.C., te�Iogos desenvoIveram a doutrina do purgat�rio Ievando a aceita��o formaI desta teoria no segundo Conc�Iio de Lyon em 1 27 4. A igreja ent�o oferece apoio aos mortos que est�o no purgat�rio com suas ora��es e atribuindo �s pessoas o benef�cio dos sacramentos, especiaImente a Santa Ceia. Isto tudo � perfeitamente ortodoxo. A igreja acreditava que isto fazia bem e os pessoas Ieigas pareciam estar dispostas a coIocar grande quantidade de dinheiro nisto tem aqui uma proIifera��o de institui��es fundadas principaImente por padres para ministrar missas para as aImas dos faIecidos, particuIarmente nos s�cuIos s�cuIos 1 4 e 15. Esta doutrina foi fabricada para manipuIar as massas para ganho financeiro. As pessoas estavam dispostas a pagar muito dinheiro para Iibertar um ente querido das torturas do purgat�rio. CIaro que os fieis jamais saberiam com certeza quando aIgu�m saia do purgat�rio, ent�o o dinheiro continuava a entrar nos boIsos dos padres corruptos. A cabe�a da igreja tinha pessoas que saiam para Ievantardinheiro e encorajar pessoas a dar o dinheiro deIes � igreja, comprar a Iiberdade de pessoas que estavam no purgat�rio, assim eIes consumiram custear estas constru��es bem eIaboradas. Esta cren�a no purgat�rio Tamb�m foi constru�da no conceito perigoso de que trabaIhos e ora��es dos viventes podem de aIguma maneira aIterar o detido nos mortos, Por�m, Jesus deixou bem cIaro de que n�o existe Iimbo ou purgat�rio. Ap�s a morte, o pr�ximo pensamento consciente da pessoa � a ressurei��o e sua eterna recompensa. ''N�o vos maraviIheis disso; porque vem a hora em que todos os que est�o nos sepuIcros ouvir�o a sua voz; E os que fizerem o bem, sair�o para ressurei��o da vida, e os que fizeram o maI para ressurei��o da condena��o.'' O centro da mensagem do evangeIho O centro da mensagem do evangeIho � o ensinamento de como obter o perd�o. Esta � outra verdade principaI na B�bIia que sofreu durante esta era de conciIia��o. Foi ensinado que se a pessoa desejar ser perdoada, eIe ou eIa deve primeiro confessar seus pecados a um padre, por meio de um rito chamado ''Sacramento da Penit�ncia'', mais comumente conhecido como ''confiss�o''. Afim de compensar peIa nossa faIta de bondade e nossas atuais a��es erradas, todos n�s - pessoas comuns assim como o CIero - devemos confessar nossos pecados ao padre peIo menos uma vez ao ano, preferenciaImente com mais frequ�ncia. Este foi um desenvoIvimento negativo em muito condados. Primeiro de tudo, isto n�o � ensinado em nenhum Iugar da B�bIia. Segundo, isto coIoca um homem mortaI no Iugar de Cristo e isso faz Deus parecer separado das pessoas normais. CIaro, naqueIe tempo, isto tamb�m coIocou o padre em situa��es deIicadas em ouvir todos os atos perversos de seus paroquianos. Quando aIgu�m vai at� o padre na idade m�dia, h� reaImente tr�s coisas que s�o aIcan�adas por meio da confiss�o do pecado de aIgu�m. em primeiro Iugar, voc� faz a confiss�o, o padre concede as paIavras de garantia de que o seu pecado est� absoIvido - desapareceu - mas uma pessoa, que vioIou as Ieis da igreja e dos ensinamentos de Cristo, tem que reaIizar um trabaIho de santifica��o afim de compensar peIo fato de que eIes pecaram. A B�bIia ensina que a humanidade n�o pode saIvar a si mesma. Por este motivo Jesus veio a este mundo. As escrituras ensinam que a saIva��o depende inteiramente em confiar em Deus por gra�a e miseric�rdia, que n�o merecemos isto; � um dom magnificente que jamais pode ser ganho por interm�dio de nossos esfor�os ou boas obras. At� mesmo obedi�ncia vem por meio do dom da gra�a. A doutrina do Novo Testamento de saIva��o por f� � ampIamente ensinada e entendida hoje em dia, mas durante as trevas da Idade M�dia era mais f�ciI convencer as massas anaIfabetas de que eIes precisavam de reaIizar boas obras afim de ganhar o favor de Deus. As pessoas eram ensinadas de que se um pecador tivesse que ter aIguma esperan�a de satisfazer a Deus, eIe ou eIa precisaria pagar aItas somas de dinheiro, reaIizar atos doIorosos de penit�ncia, ou fazer aIguma peregrina��ocansativa. Isso geraImente incIuiria a tarefa de recitar certas ora��es repetidas vezes como um requerimento para obter o perd�o. Quarenta ''Ave Marias'' e dez ''Pai Nossos'' e coIocar uma moeda na caixa coIetora. Nas reIigi�es pag�s do mundo a id�ia de ora��es repetitivas ou cantos n�o era nada novo. Acreditava-se que voc� acaImaria ou infIuenciaria os deuses com constantes ecos de ora��es ou usando paIavras m�gicas especiais. Jesus cIaramente nos preveniu contra estes tipos de ora��es ''E orando, n�o useis de v�s repeti��es, como os gentis, que pensam que por muito faIarem ser�o ouvidos.'' Os I�deres corruptos das igrejas sabiam, Os I�deres corruptos das igrejas sabiam, que para manter o poder restante sobre o povo de Deus, eIes precisariam separ�-Ios de aIgo que eIes sabiam que poderiam expor estas decep��es; as santas escrituras. A B�bIia n�o foi recusada inciaImente peIas pessoas, eIa era aceit�veI. Mas, com o passar do tempo, quando as pessoas viram as diferen�as, eIas desafiaram o CIero. Era do interesse deIes, com o tempo, n�o deixar a B�bIia acess�veI ao povo. Apenas os padres poderiam interpretar as escrituras porque eIes combinavam as escrituras com a tradi��o e a tradi��o interpretava a escritura e os �nicos que entendiam essa Ionga tradi��o eram os padres e eIes poderiam Ier as escrituras muitas pessoas comuns n�o sabiam nem mesmo Ier as escrituras e eIes queriam ter a certeza de que a escritura fosse interpretada de uma forma que eIes pudessem harmonizar com a tradi��o. Ent�o do s�cuIo 5 ao s�cuIo 15, 1 .000 anos de hist�ria, foi ensinado e aceito de que apenas os I�deres reIigiosos eram suficientemente quaIificados para expIicar os textos sagrados. Disseram ao homem comum que jamais deveriam ter esperan�as em entender as escrituras sem a assist�ncia de um padre. Com esta decep��o IetaI, os Ieigos das igrejas foram mantidos nas trevas. Enquanto isso, a igreja vis�veI, uma vez um piIar b�bIico de verdade, tinha se degradado a uma organiza��o poI�tica corrupta reduzida a cerim�niasespirituaIisticas. N�o � de se espantar que este per�odo de tempo de deteriora��o espirituaI, econ�mica e cuIturaI seja conhecido como ''A idade das trevas.'' � tr�gico como, em apenas aIguns s�cuIos, a Iuz maraviIhosa que tem estado acesa que vem da noiva iIuminada de Cristo tem sido encoberta peIas tradi��es pag�s. Agora um tipo de muIher muito diferente emerge para tomar seu Iugar. ''E vi uma muIher assentada sobre uma besta de cor escarIata, que estava cheia de nomes de bIasf�mia, e tinha sete cabe�as e dez chifres. A muIher estava vestida de p�rpura e escarIata, adornada com ouro, pedras preciosas e p�roIas; e tinha na sua m�o um c�Iice de ouro cheio de abomina��es e da imund�cie de sua fornica��o; E na sua testa estava escrito o nome: Mist�rio, a grande babiI�nia, a m�e das prostitui��es e abomina��es da terra. Eu vi que a muIher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus.'' E, vendo-a eu, maraviIhei-me com grande admira��o.'' Em ApocaIipse cap�tuIo 1 7, Jo�o v� uma muIher que eIe descreve como supreendentemente diferente da muIher pura de ApocaIipse 1 2. Quem � esta nova prostitutasanguin�ria e quanto a besta bizarra que eIa est� montando? Se voc� n�o estiver sentado, taIvez seja meIhor sentar. TaIvez, o que voc� vai ouvir agora, seja um pouco chocante para voc�. H� somente um Imp�rio, uma igreja, uma institui��o que combina crit�rio nesta profecia: a igreja cat�Iica romana. Isto n�o significa que todas as pessoas dentro desta f� s�o ruins, insinceros ou perdidos. O povo cat�Iico est� entre os mais generosos e tem reaIizado um monte de boas obras fenomenais durante toda hist�ria. Isto � reaImente sobre uma Iutar maior entre poderes espirituais e institui��es Iutando em cima da verdade das escrituras. Mas agora precisamos retirar o v�u e reaImente dar uma oIhada severa nos fatos Em apocaIipse 1 7:1 , observamos esta meretriz sentada em ''muitas �guas.'' FeIizmente o anjo expIica o significado deste s�mboIo para n�s no verso 15. ''E disse-me: As �guas que vistes, onde se assenta a prostituta, s�o povos, muItid�es, na��es, e I�nguas.'' Ent�o a muIher reina sobre uma civiIiza��o densamente popuIosa. Voc� j� deve ter ouvido a express�o ''Todas as estradas Ievam a Roma.'' Durante o apogeu de seu governo, os romanos tinham constru�do uma rede com 84.467 km de estradas circuIando o imp�rio inteiro. Da mesma forma que a Roma imperiaI come�ou a desvendar, a igreja em Roma estava ganhando for�a. Como resuItado, a igreja cat�Iica apressa-se a preencher o poder vazio que � deixado peIa queda do imp�rio Romano. Entramos em situa��es onde, por exempIo, no meio do s�cuIo 5, quando �tiIa o Huno est� avan�ando contra cidade de Roma com seu ex�rcito, o imperador n�o � quem vai ao seu encontro para det�-Io, mas sim o Papa, o bispo de Roma. Este tipo de proemin�ncia, proemin�ncia poI�tica assim como proemin�ncia reIigiosa, vem para definir o papeI do Papa. A profecia tamb�m indica que a muIher est� montando a besta de sete cabe�a e sete chifres. Obviamente estas coisas s�o s�mboIos. Esta criatura aqui cIaramente representa o mesmo monstro com sete cabe�as e dez chifres que acabemos de ver guerreando com a noiva de Cristo no cap�tuIo 1 2 e � a mesma besta que o mundo � obrigado a adorar no cap�tuIo 13. O que estas sete cabe�as e os dez chifres representam? ''As sete cabe�as s�o sete montanhas, sobre as quais a muIher est� sentada.'' ''Os dez chifres que voc� viu s�o os dez reis...'' H� apenas uma cidade no mundo que se assenta em sete montanhas como estas, uma cidade maior, e esta � a cidade de Roma. N�o h� d�vidas nas mentes dos maiores expositores que quando Jo�o est� faIando sobre esta muIher, eIe est� faIando sobre Roma. Ent�o vemos a confec��o aqui, sete cabe�as, sete montanhas. V� em ApocaIipse 1 2: Sete cabe�as. ApocaIipse 13 faIa de sete cabe�as. H� uma continuidade aqui. ''� dentro da cidade de Roma, chamada de cidade dos sete montes, que a �rea inteira do pr�prio estado do vaticano � agora confirmada.'' H� apenas uma igreja que � tamb�m um pa�s independente e tem poder poI�tico mundiaI: o Vaticano. Este pa�s, com a menor popuIa��omundiaI foi estabeIecido como estado independente com 1 09 acres dentro de Roma. Por tr�s das parede da cidade do Vaticano h� menos de 1 .000 pessoas morando dentro deste pequeno pa�s que � governado peIo Papa que tem poderes judiciais, IegisIativos e executivos absoIutos. Embaixadores ao redor do mundo encontram-se com o Papa e seus representantes procurando a infIu�ncia e dire��o deste poder reIigioso internacionaI. At� mesmo as Na��es Unidas se reunir�o para receber conseIhos do Papa. Quando o imp�rio Romano ocidentaI caiu, seu territ�rio fragmentou-se dentro de dez divis�es prim�rias. Os dez chifres representam os dez reis ou reinos no quaI a Roma imperiaI foi eventuaImente dividida. Os dez chifres s�o uma descri��o de Roma que se divide dentro de dez pequenos reinos. Durante toda hist�ria o catoIicismo tem dominando muitos reinos. Temos a igreja montada no poder poI�tico. Voc� v�, porque a muIher monta a besta e por muitos s�cuIos eIa estava no controIe. Temos a uni�o de uma igreja e um estado. Os nomes da bIasf�mia � outro eIemento chave para esta profecia que aponta diretamente para a igreja Cat�Iica Romana. ''Dominamos esta terra o Iugar de Deus todo poderoso.'' Isto coIoca um homem mortaI na posi��o de Deus e finaImente temos a defini��o de bIasf�mia. Isto n�o significa que questionamos a sinceridade de nenhum Papa, mas a profecia est� endere�ada a fun��o que eIe ocupa e a institui��o que eIe representa. A muIher tamb�m est� vestida em cores �nicas. EIa tem cores especificas que s�o mencionadas aqui, n�o a cor branca, mas agora temos as cores que representam, por mais estranho que pare�a, duas coisas: reaIeza e prostitui��o. E cores espec�ficas que vemos aparecendo mais tarde na hist�ria da igreja crist� nas cores dos padres no passado da igreja crist�. N�o s� eram estas cores principais do romano Cesar, mas de acordo com a EncicIop�diaCat�Iica, roxo � a cor oficiaI dos bispos e escarIate para os cardeais. Em adi��o ao escarIate e ao roxo, vemos que esta meretriz, ou igreja corrupta, possui vastas riquezas minerais. Quando se considera seus incont�veis tesouros art�sticos de ouro, prata e p�roIas, a igreja cat�Iica romana � de Ionge o instituto reIigioso mais rico em todo mundo. Todo ano turistas vem de todo mundo para ver a opuI�ncia briIhante da igreja romana. Outra marca perturbadora desta muIher � encontrada no verso 6. ''E vi que a muIher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus.'' A hist�ria nos reveIa que a igreja romana foi o pior opressor dos crist�os e dos judeus atrav�s dos s�cuIos. Na verdade, historiadores nos dizem que mais de 50 miIh�es de m�rtires foram v�timas das terr�veis inquisi��es e persegui��es da igreja de Roma. O que temos aqui ent�o � a profecia dizendo que a igreja se empenharia em uma persegui��o incr�veI e que � exatamente o que aconteceu. A igreja come�ou um processo IegaI, um sistema IegaI, conhecido como '' inquisi��o'' para interrogar estas pessoas, para for�ar tantas quanto poss�veI a negar e a retratar suas id�ias e segurar os I�deres do movimento e para-Ios para que n�o sigam adiante. O n�mero maior de mortos jamais registrado ocorreu quando a igreja perseguiu aqueIes que discordavam deIes e aqueIe n�veI de press�o continua com o passar da Idade M�dia. Esta muIher, ou igreja, � uma perseguidora de poder que opressa os verdadeiros seguidores de Cristo. que opressa os verdadeiros seguidores de Cristo. Veremos muitas aImas corajosas que arriscaram suas vidas para se opor contra as infIu�ncias corrosivas pag�s e partiIhar o evangeIho de Deus durante este tempo de escurid�o espirituaI. ''O povo que andava nas trevas, viu uma grande Iuz, e sobre os que habitavam na regi�o da sombra da morte respIandeceu a Iuz.'' Vivendo em Lyon, Fran�a, havia um jovem homem que poderia aIterar o curso da hist�ria crist�. Pedro VaIdo, tamb�m conhecido como VaIdes, um jovem comerciante muito rico e educado teve uma experi�ncia de mudan�a de vida. Um jovem amigo de VaIdo morreu de repente. Percebendo o qu�o curta a vida � e a vaidade dos tesouros mundanos, VaIdo tomou uma decis�o firme de renunciar tudo por Cristo. EIe deu seus tesouros aos pobres e tornou-se um pregador ambuIante. VaIdo ensinou que a B�bIia deveria ser entendida IiteraImente e Iivremente procIamou �s pessoas em uma Iinguagem que pudessem entender. EIe encorajou fi�is a viverem vidas de simpIicidade e pobreza e ao mesmo tempo, eIe ousadamente denunciou o abuso dos padres. Em 1 1 70 d.C. Pedro VaIdo obteve um grande n�mero de seguidores que foram referidos como ''Os pobres de Lyon'' ou VaIdenses. Pedro VaIdo, por boIsa de estudos convencionaI, � o fundador de Os VaIdenses, um grupo de fi�is da B�bIiaindividuais morando na Fran�a e It�Iia. EIe era um cat�Iico Ieigo que se tornou inspirado peIas prega��es com reaI�am a igreja primitiva e eIe come�ou um grupo de pregadores viajantes que ensina o evangeIho. EIe faIou contra a missa e contra a transubstancia��o, embora haja aIguns vaIdenses que parecem frequentar a missa e tamb�m, fazem suas pr�prias adora��es. Uma vez que os inquisidores est�o oficiaImente na Europa, eIes encontram pessoas e come�am a cham�-Ios de ''VaIdenses'' ou seguidores de VaIdo em todos os Iugares. EspaIhados peIa Europa encontramos estas pequenas c�IuIas de comunidades de pessoas onde h� principaImente Ieigos, vamos ser honestos, eIes v�o principaImente �s igrejas cat�Iicas na maior parte do ano. Mas uma ou duas vezes ao ano, taIvez todo ano ou a cada 2 anos, ter�o um grupo de pastores vaIdenses que chegar�o e faIar�o a eIes. Todo Iugar que eIe foi Pedro VaIdo viu pessoas famintas por verdade. EIe acreditava que havia fome naqueIa terra peIa paIavra de Deus, ent�o VaIdo pagou um cI�rigo para ajud�-Io a traduzir o Novo Testamento em Franco VernacuIar. Na hist�ria VaIdo comissionou dois eruditos, pessoas reIigiosas em Lyon para preparar a tradu��o de uma parte da B�bIia e aIguns dizeres dos padres dentro da Iinguagem vernacuIar. AIgo entre franc�s e provinciaI - � bem dif�ciI de descrever - mas parece que uma tradi��o foi estabeIecida que as comunidades vaIdenses tentariam obter c�pias das escrituras na Iinguagem comum do povo. E eIes carregariam as escrituras com eIes por todos os Iugares. EIes agiriam como comerciantes, e compartiIhariam as escrituras com as pessoas por onde eIes fossem. H� at� refer�ncias a eIes enviando seus jovens para as grandes universidades e facuIdades Iocais assim eIes poderiam compartiIhar I� a f� que possuem e tamb�m ganhar conhecimento e teoIogia contempor�nea e us�-Ia para aIcan�ar as comunidades maiores. Mas a igreja romana n�o toIerava mais essas prega��es do evangeIho feitas por camponeses. Durante o terceiro Conc�Iio Latr�o em 1 1 79, as id�ias de VaIdo eram condenadas oficiaImente como heresia e Iogo depois eIe e seus seguidores foram excomungados. Levados embora de Lyon, os vaIdenses estabeIeceram-se no vaIes aItos de Piemonte e nos AIpes franceses. Aqui, entre suas fam�Iias, a B�bIia foi feito como estudo principaI. O evangeIho de Mateus e de Jo�o foram dedicados a mem�ria, junto com muitas outras epistoIas. sem impress�o em papeI, os vaIdenses eram frequentemente empregados para copiarem a m�o as escrituras. Conhecidos por sua rigorosa ades�o � B�bIia, estes pregadores Ieigos espaIharam seus ensinamentos no exterior enquanto viajavam como ambuIantes. Para evitar de serem presos, �s vezes costuravam c�pias feitas a m�o das passagens da B�bIia dentro dos forros de suas roupas e ent�o, cuidadosamente, ascompartiIhavam quando encontravam aIgu�m de cora��o aberto. Mesmo ap�s a morte de Pedro VaIdo em 1 218, a igreja romana continuou a perseguir ferozmente os vaIdenses. Por s�cuIos, muitos foram juIgados e sentenciados a morte em v�rios pa�ses europeus. O esp�rito santo agitou sobre muitos dentro da igreja O esp�rito santo agitou sobre muitos dentro da igreja que corajosamente se Ievantaram e pediram a reforma. Um homem chamado John WycIiff, um te�Iogo ingI�s e pregador comum, tradutor, e professor em Oxford. Sua educa��o provou ser uma grande habiIidade para eIe Enquanto eIe come�ou a nomear os erros cancer�genos que foram espaIhados no meio o povo de Deus. WycIiff nunca quis ir contra os I�deres da igreja, mas como eIe viu as contradi��es do CIero entre o que a B�bIia dizia e o que a igreja estava fazendo, eIe n�o poderia ficar em siI�ncio. WycIiff � reaImente uma pessoa um pouco excepcionaI para tornar-se um herege porque eIe era um Dom de Oxford eIe era muito ancorado dentro do poder das estruturas da igreja Entretanto, eIe era angustiado peIo que via a sua voIta. Como eIe viu Roma substituindo a santa escritura, peIa tradi��o, eIe acusou o sacerd�cio de reter o p�o da vida das pessoas famintas espirituaImente. EIe acreditava que a B�bIia era a suprema autoridade e eIe comissionou a tradu��o da B�bIia. EIe tinha aIguns seguidores chamados LoIIards que distribu�am escrituras e prega��es. EIes acreditavam na Ieitura da B�bIia. EIes reaImente Ieram a B�bIia de WycIiff e eIes acreditavam no mesmo tipo de piedade simpIes que os vaIdenses e outros defendiam no in�cio do s�cuIo 1 2. Este foi o maior presente que eIe poderia dar �s pessoas comuns. Nenhum documento aIterou o curso da hist�ria mas do que a tradu��o da B�bIia em ingI�s. EIe apresentou aIgumas das verdades que o protestantismo apresentaria mais tarde e como acabei de sugerir, seus ensinamentos, muito embora tenham sido h� muitos s�cuIos, est� preparando o caminho para muitas pessoas na IngIaterra para aceitar a reforma quando eIa chegar. WycIiff teve a aud�cia de decIarar que a autoridade universaI do Papa n�o era B�bIica. Era debaixo destas condi��es que em 22 de maio de 1377 o Papa Greg�rio XI condenou as obras de John WycIiff afirmando que seus ensinamentos eram perigosos para a igreja e para o estado. WycIiff continuou a ensinar que s� por meio de Cristo a saIva��o era poss�veI e que as escrituras eram infaI�veis mais do que a igreja romana. Com o passar do tempo, seus escritos e trabaIhos da reforma se espaIharam como onda s�smica infIuenciando miIh�es de pessoas de Deus. EIas podem ser Iidas em quaIquer Iugar onde tenha estudiosos de teoIogia. EIes viajam para Boemia EIes viajam para Boemia e eIes inspiram J ohn Huss tamb�m. Huss compartiIha o ataque a transubstancia��o, no poder cI�rigo e assim por diante, taI como WycIiff, na riqueza da igreja. Huss era apenas um jovem menino quando Wyckiff morreu, mas os trabaIhos de WycIiff tiveram uma poderosa infIu�ncia em sua vida e em sua futura miss�o. John Huss era um pregador bo�mio, era tamb�m um professor universit�rio e foi capeI�o do rei por um tempo. Foi confiado eventuaImente ao of�cio da prega��o em uma pequena capeIa que havia acabado de ser fundada, a CapeIa de BeI�m. Como WycIiff, John huns pregou as escrituras na Iinguagem simpIes do povo uma pr�tica que a igreja tinha proibido em favor da Iinguagem perdida em Iatim. EIe pregou na Iinguagem vernacuIar e os bo�mios tiveram as escrituras em sua Iinguagem apesar dos conc�Iios da igreja. E � a partir da� que eIe come�a a ter contato com os ensinamentos de WycIiff e eIe � especiaImente atra�do a atacar a transubstancia��o, no ataque da riqueza e da infIu�ncia da igreja. Caminhando um dia peIa cidade, Huss percebeu duas pinturas que dois homens haviam expostos como protesto siIencioso. cada uma das teIas retratava uma cena diferente. Uma era a imagem simpI�ria de Jesus humiIdemente entrando em JerusaI�m com seus disc�puIos fadigados. Na outra teIa tinha uma imagem do Papa em um vestu�rio rico e Iuxuoso, carregado em uma Iiteira e seguido por uma prociss�o. As pinturas certamente apresentam um contraste entre Jesus, que disse que as raposas t�m seus covis e os p�ssaros t�m seus ninhos mas o fiIho do homem n�o tem onde recostar sua cabe�a, com o espIendor magn�fico do paI�cio papaI e o cortejo papaI. Movido por este conhecimento, eIe come�ou a pubIicar den�ncias de orguIho, ambi��o, e corrup��o do cIero e sem medo eIe chamou � igreja para uma reforma. Se voc� deve interpretar a escritura de acordo com a verdade, verdade � definida peIo o que a igreja acredita. Como corrigimos um erro na igreja? A igreja n�o tem aIgu�m para corrigir os erros. N�o h� corretor de erros na igreja. e isto, eu acho, � o erro fundamentaI que permitiu que a igreja come�asse a dar errado e continua errando. John Huss foi convidado para vir a Constan�a, AIemanha para defender sua cr�tica da igreja de Roma. Segismundo, rei da Hungria, e mais tarde o santo imperador romano garantiu a eIe passagem segura, mas imediatamente com a chegada de Huss � cidade, eIe foi preso e coIocado no caIabou�o no casteIo de GottIieben. O rei Segismundo estava imensamente irritado com a pris�o de Huss e eIe amea�ou o Conc�Iio da igreja mas o Conc�Iio convenceu Segismundo que a promessa feita a um herege n�o tinha vaIor. Em 06 de juIho de 1 415, o Conc�Iio se reuniu em uma catedraI depois da missa e Iiturgia e John Huss foi ent�o Ievado ao seu juIgamento. Pediram a eIe que defendesse seu ponto de vista. No ato de defender seu ponto de vista foi acusado de manifestar heresia e por isso foi preso e juIgado por heresia. Os guardas o Ievaram para ser executado. No IocaI da execu��o, Huss permaneceu firme. enquanto as chamasaumentavam eIe conseguiu Ievantar sua voz em uma can��o. Entre suas uItimas paIavras, Huss previu: ''Em cem anos Deus Ievantar� um homem cujo pedido de reforma da igreja n�o poder� ser suprimido.'' Criado em uma casa humiIde em MansfieId, AIemanha, Martinho Lutero, te�Iogo, autor compositor, e padre foi provaveImente o mais conhecido reformador reIigioso do s�cuIo 1 6. Lutero nasceu no dia 1 0 de novembro de 1 483, aproximadamente 70 anos ap�s o mart�rio de John Huss. Nascido em uma fam�Iia de trabaIhadores da cIasse m�dia, com muitos irm�os e irm�s, Lutero desenvoIveu um car�ter e uma personaIidade firme. A fam�Iia Lutero parece ter estado em aIguma extens�o, uma fam�Iia que aIcan�ou muito. EIes eram muito rigorosos, de acordo com as hist�rias contadas por Luther. EIes eram muito rigorosos com o jovem Martinho e eIes certamente viram que o caminho a frente para o fiIho deIes era por meio da educa��o. Quando eIe era jovem, eIe pretendia tornar-se um advogado. Entretanto, uma experi�nciadram�tica aIterou o curso de sua vida para sempre. Lutero � pego no meio de uma tempestade com trov�es e teme por sua vida. EIe est� do Iado de fora e teme ser acertado peIos raios. Os raios estavam caindo a sua frente e atr�s deIe e dos dois Iados e aterrorizado eIe cIama e promete que se um santo o saIvar, eIe se tornar� um monge. EIe cIamou a santa Ana, a santa das causas imposs�veis. ''Santa Ana, Iivre-me e eu me tornarei um monge!'' E eIe manteve sua paIavra. Apesar do protesto de f�ria de seu pai, Lutero deixou seus estudos de direito, vendeu seus Iivros, e entrou em um monast�rio fechado Agostiniana em Erfurt e dedicou seu tempo compIetamente a vida mon�stica. Seguindo seu desespero ansiando por saIva��o, EIe praticou jejuns frequentes, Iongas horas de ora��o, uma vida de austero e confiss�es sem fim. ''Se aIgu�m pudesse ganhar os c�us como monge ent�o eu estaria, de fato, entre um deIes.'' eIe encontrou aIi um antigo confessor que percebeu que Lutero tinha uma aIma particuIarmente sens�veI e este confessor percebeu que Lutero precisava ensinar sobre a B�bIia. Ent�o eIe tornou-se simuItaneamente professor de teoIogia, pregador na igreja da cidade, e um membro da comunidade reIigiosa na casa Agostiniana. EIe basicamente fazia tr�s trabaIhos. em Wittenberg eIe aprendeu a estudar a B�bIia em suas I�nguas originais. Logo, come�ou a compartiIhar Iivremente as verdades que eIe estava aprendendo em suas paIestras e seus ouvintes ficavam maraviIhados. em 151 0, Lutero fez uma peregrina��o para visitar a sede da igreja na cidade santa de Roma. EIe ficou enojado de testemunhar a terr�veI cobi�a e a maIdade no meio de todas as cIasses do CIero. Sua grande expectativa da cidade santa foi esmagada enquanto eIe observava o estiIo de vida decadente dos monges e dos padres. Isto foi um contraste gritante para sua vida frugaI na AIemanha. Mas a reveIa��o mais inquietante de Lutero ainda estava por vir. EIe foi � Roma e eIe estava subindo as escadas e ouviu uma voz, n�o necessariamente uma verbaI, mas uma voz em sua cabe�a, ''O justo viver� peIa f�.'' Subindo as escada de joeIhos, o que supostamente renderia um tipo de garantia de n�o queimar no purgat�rio por muito tempo. Isto Ihe veio a mente enquanto oIhava a sua voIta, ''O que voc� est� fazendo? A B�bIia diz que isto vem peIa f�.'' EIe se Ievantou e isto parecia ser um ponto de viragem. Lutero finaImente entendeu a import�ncia da confian�a nos m�ritos de Cristo para perd�o. Ap�s retornar de Roma em 151 2, Lutero foi recompensado com o doutorado de divindade na universidade de Witterberg e come�ou a pregar ousadamente �s pessoas que os crist�os n�o deveriam aceitar nenhuma doutrina a n�o ser que tenha vindo da B�bIia e este era o princ�pio de ''SoIa Escritura'' que se tornara o grito de guerra da reforma. � uma s�rie de tr�s tratados em 1520 que eIe apresenta o conceito que agora, j� que a tradi��o da igreja tornou-se corrupta peIa inova��o humana, que a igreja deveria apenas seguir o testemunho das escrituras. Esta � a Iinha comum na hist�ria que descreve o decI�nio da igreja. � quando as pessoas perdem as escrituras e a habiIidade de Ierem as escrituras para si mesmos e havia uma barreira entre eIes e as escrituras e entre eIes e Cristo. E ent�o come�ou a resgatar quando Marinho Lutero e seus coIegas decidiram que as escrituras eram a autoridade, ''SoIa Scriptura, Tota Scriptura, Prima Scriptura'' e eIes come�ara a escaIar ao inverso. aproximadamente neste mesmo tempo, Roma estava desbravando a constru��o a magnific�ncia da nova bas�Iica de S�o Pedro A igreja envia John TetzeI, um Frei Dominicano, a AIemanha para vender induIg�ncias afim de Ievantar fundos necess�rios para a catedraI. A igreja acreditava, n�o apenas que seus servi�os e ofertas poderiam ajudar o morto, mas tamb�m que a cabe�a da igreja no oeste, o Papa, pode, fora da super abund�ncia da economia da gra�a que est� em possess�o da igreja, eIa pode simpIesmente decIarar que as penaIidades de aIguns desapareceram. Isto que � chamado de induIg�ncia. A pIena induIg�ncia absoIve uma pessoa de todos os pecados que eIes tenham cometido at� o momento e assim apress�-Io, de acordo com os ensinamentos da igreja, atrav�s do purgat�rio diretamente no c�u. Bem o finaI da Idade M�dia, a igreja tornou-se a cabe�a que pode dizer �s pessoas, - Se voc� est� disposto a fazer uma oferta a igreja, a igreja Ihe dar� a induIg�ncia na maneira de oferta, para sua fam�Iia que partiu, amigos, parentes ou entes queridos e estes entes queridos escapar�o das dores do purgat�rio,'' Supostamenteimediatamente. isto se tornou, uma cren�a muito popuIar entre os s�cuIos 1 4 e 15, e as pessoas cIamavam por Quando Lutero soube que as pessoas estavam comprando induIgencias, EIe ficou horrorizado. As pessoas vinham at� eIe para comprar induIg�ncias, e de maneira direta eIe recusava honr�-Ios. Lutero decIarou que o que eIes reaImente precisavam fazer era serem sinceros e se arrependerem de seus pecados. Este foi o primeiro probIema que for�ou Lutero a entrar na bataIha com sua pr�pria amada igreja. Em 31 de outubro de 151 7, Lutero se deu bem em seu protesto famoso �s portas de todos os santos da igreja em Wittermberg. O que s�o as 95 teses que eIe famosamente prega nas portas da igreja do casteIo de Witterberg? � um convite acad�mico para um debate. EIe escreve 95 teses e basicamente est� dizendo: - aqui est�o minhas propostas. E eIas s�o sempre mais exigentes do que voc� pode imaginar porque � um ponto de debate; � chamado de uma disputa, as 95 teses s�o apenas uma s�rie de 95 propostas que eIe pretende acender em um debate universit�rio. Este � um assunto padr�o mais tarde na academia pr�tica. Ent�o Lutero est� empenhado em um exerc�cio acad�mico bem restringido. � o mesmo que pubIicar um trabaIho em uma jornaI escoIar hoje em dia. Eu mesmo como historiador �s vezes, n�o estou reaImente esperando para muitas pessoas Ierem meu trabaIho, estamos apenas entrando em um c�rcuIo muito estreito. EIe pega o papeI e prega na porta da igreja do casteIo de Witternberg porque aqueIe � o IugartradicionaI onde voc� posta convites para debates. EIe n�o espera que nada, necessariamente, aconte�a mas isto chamou a aten��o de muitas pessoas, incIuindo os papas. No que diz respeito a Lutero, eIe n�o est� promovendo aIgo que a igreja hostiIizaria, eIe acredita estar promovendo coisas que a igreja aceitar�. e, de fato, se voc� voItar aos primeiros padres da igreja incIuindo Agostinho, voc� pode encontrar muitas coisas em seus escritos de acordo com as id�ias de Lutero. Lutero espera que as pessoas digam: - Oh, �timo. Obrigado por saIientar isso.'' o que taIvez tenha uma bagateIa inocente e taIvez � o que vem deIe por ser acad�mico. Mas Lutero n�o est� tentando Ian�ar um novo movimento, muito peIo contr�rio. Mas a reaIidade, cIaro, � que a igreja n�o aceita muito do que Lutero tem a dizer. Uma buIa pontif�cia foi Iiberada, Uma buIa pontif�cia � um tipo de decIara��o, condenando Lutero e seus escritos e dizendo que deveriam ser confiscados e queimados. A buIa pontif�cia foi entregue em Wittenberg e ao inv�s de confiscarem os escritos e queim�-Ios, Lutero teve uma grande reuni�o em Wittenberg e confiscou a buIa pontif�cia para ser queimada as buIas foram queimadas e isto, cIaro, foi um ''desafio'', certo? O desafio havia sido Ian�ado e o desafio havia sido correspondido. � quando Lutero diz: ''Certo, se voc� me condena eu condenarei a ti,'' porque eIe acreditava que � uma quest�o de verdade. Se a igreja esta condenando uma verdade b�bIica ent�o a igreja na verdade � anticrist� e eIe afirma isto, � cIaro, uma vez que voc� chame aIgu�m de anticrist�o � mais dif�ciI conseguir consenso e acordo. Ent�o o imperador aIem�o organizou uma audi�ncia e todos os pr�ncipes e padres importantes foram soIicitados para uma reuni�o hist�rica em um Iugar chamado Worms. Havia representantes de pr�ncipes, nobres e cidades Iivres do imp�rio e Lutero vai acreditando que eIe ter� a chance de debater. A igreja sabe que Lutero � um briIhante argumentador e eIes n�o dar�o a eIe nenhuma chance. EIe foi coIocado diante do grupo. Mostraram uma piIha de seus Iivros. E Ihe perguntaram: - Estes Iivros s�o seus? - Voc� os negar�? - Voc� negar� os ensinamentos contidos neIes? EIe n�o respondeu imediatamente. EIe disse: - Bem, sim os Iivros s�o meus mas h� muitas coisas escritas neIes e eu preciso de um tempo para pensar sobre isso. EIe quase que ficou nervoso, mas se segurou, no dia seguinte eIe entra e come�a a jogar com as paIavras que eIes disseram ''Todos este trabaIhos s�o seus e voc� os nega?'' EIe diz: - Voc�s me perguntaram se eu nego meus trabaIhos porque aIgumas pessoas concordariam com aIguns dos meus trabaIhos? Eu escrevi contra certas perversidades que a igreja geraImente concorda estarem erradas. EIe est� tentando conseguir um debate e as autoridades n�o est�o concordando com isso. EIes dizem, ''n�o, n�o, n�o. Voc� apenas deve dizer -Voc� ir� retrat�-Ios? Voc� retira o que disse? � um momento especiaImente ir�nico porque, No que diz respeito a Lutero, eIe acredita que isto o Ievar� a morte. ''A n�o ser que eu seja convencido peIo testemunho das escrituras ou por uma raz�o cIara, porque eu n�o acredito s� no Papa ou no Conc�Iio, ''J� que � bem sabido que eIes geraImente cometem erros e se contradizem, Eu estou seguro peIas escrituras que eu citei e minha consci�ncia � prisioneira da paIavra de Deus. Eu n�o posso e n�o vou retirar nada do que disse j� que n�o � seguro e nem correto ir contra a consci�ncia. Aqui estou. N�o posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Am�m.'' O Conc�Iio n�o tinha muito o que dizer em resposta. Lutero foi decIarado criminoso. Sua Iiteratura foi banida e sua pris�o ordenada. O documento diz: '' Queremos que eIe seja apreendido e seja punido como um her�tico not�rio.'' Agora Lutero recebeu um saIvo-conduto a uma dieta de Worms, da mesma maneira que Huss havia recebido peIo Conc�Iio de Constan�a 1 00 anos mais cedo. E havia aqueIas autoridades que soIicitaram ao santo imperador romano, CarIos V, a ignorar o saIvo-conduto, assim como o imperador Segismundo fez com o saIvo-conduto de Huss. CarIos V n�o queria ser conhecido como o segundo imperador a renegar uma passagem de conduta de boa f� e ent�o, por um motivo quaIquer, esta raz�o e taIvez aIgumas outras, eIe permitiu que Lutero deixasse a cidade e a id�ia era de que eIe provaveImente seria morto por aIgu�m no meio do caminho porque havia pre�o peIa sua cabe�a. Ao inv�s, de Lutero ser sequestrado por um grupo de homens armados que estava na verdade trabaIhando para Frederico, o S�bio que decide que � necess�rio tirar Lutero de circuIa��o por um tempo. Para o casteIo de Wartburg, cujo eIeitor Frederico tinha conhecimento mas ningu�m sabia o que tinha acontecido � Lutero. Muitas pessoas pensaram que eIe estava morto. PeIo ano seguinte, deste ex�Iio soIit�rio, que Lutero refere-se como ''Meu Deserto'', o antigo padre continuou seu trabaIho de proIifera��o escrita. EIe at� conseguiu que o Novo Testamento fosse traduzido do grego para o aIem�o. Agora, com aproximadamente 72 anos antes de Lutero compIetar a tradu��o do Novo Testamento Gutemberg mudou a hist�ria com a inven��o da m�quina de impress�o. Com esta nova tecnoIogia, a verdade do evangeIho de Deus come�ou a se espaIhar como as foIhas do outono em toda Europa. No meio desta grande reforma, o Senhor armou seus povo com a espada de seu evangeIho. Por voIta deste mesmo per�odo, surgiram muitos outros campe�es da verdade de dentro da igreja de Roma. Dentre estes homens corajosos cIamando peIo retorno das escrituras estava FeIipe MeIanchton, WiIIiam TyndaIe, Jo�o CaIvino, e Jo�o Knox, apenas nomeamos aIguns. Enquanto os reformadores pregavam a m�quina de impress�o ressoava, a grande muItid�o estudava os evangeIho de Deus. GraduaImente, a Iuz da verdade come�ou a dissoIver os griIh�es dos erros e das supersti��es que Iimitou os povos por s�cuIos. Como um f�Iego de ar fresco da primavera, A Europa experimentou a reIigi�orenascentista. ''E conhecereis a verdade e a verdade vos Iibertar�.'' O Iivro de apocaIipse tamb�m prev� que nos dias finais o drag�o, Satan�s, ir� novamente intensificar seus esfor�os para perseguir a igreja de Deus. EIes s�o identificados como aqueIes que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus. ApocaIipse nos aIerta que nos �Itimos dias haver� muitas manifesta��es convincentes da igreja reaI de Deus que compromete-se a verdade das escrituras. Jesus nos aIerta que isto ir� enganar quase todo o mudo. ''Para faIsos cristos e faIsos profetas que subir�o sinais e prod�gios enganar�o, Se poss�veI, at� os escoIhidos. '' pouco tempo depois desta decep��o finaI, Cristo voItar�. E eIe vir� para uma igreja que foi purificada de todas as tradi��es faIsas e paganismo. Ser� uma igreja que requer um ''Assim diz o Senhor'' para toda doutrina que cont�m isto. Jesus tamb�m diz que quando eIe retornar, o mundo ser� absorvido em ego�smo, vioI�ncia e motim. ''E ouvireis de guerras e de rumores de guerras. Porquanto se Ievantar� na��o contra na��o E haver� fomes, e pestes, e terremotos. O amor de muitos esfriar� e ent�o vir� o fim.'' Esta guerra espirituaI est� para acontecer desde de h� muito tempo e est� cIaro que esta profecia est� se cumprindo. Enquanto as bataIhas se intensificam, temos uma escoIha. ''EscoIhei hoje a quem sirvais.'' amigos, acabamos de ver como a Iuz gIoriosa da igreja de Deus foi ofuscada e destru�da por infIu�ncia da mitoIogia. Tamb�m vimos como os primeiros crist�os foram graduaImente seduzidos a adorem tradi��es e rituais pag�os no Iugar da verdade b�bIica. Mas ent�o Deus Ievantou homens e muIheres fi�is para resistir os erros de um imp�rio inteiro. A hist�ria se repete. Em breve todos se unir�o a noiva de Cristo ou cair�o com besta da BabiI�nia. De que Iado voc� ficar�? A B�bIia � cIara. A evid�ncia � irrefut�veI. a decis�o � unicamente sua. ''Certamente cedo venho.'' ApocaIipse 22:20 ARC

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Posted by: andreymoura on Sep 21, 2015

Profecia Bíblica Apocalipse 13 sobre o papel dos EUA e o Vaticano

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