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Transcript for Ensinamentos de Ajahn Chah
| Time | Content |
|---|---|
| 00:00 → 00:05 |
Ensinamentos de Ajahn Chah |
| 00:06 → 00:09 |
<< O líder espiritual desta ordem é o Venerável Ajahn Chah >> |
| 00:09 → 00:13 |
<< Ele veio da Tailandia por algumas semanas para dar apoio ao novo santuário >> |
| 00:16 → 00:25 |
Muitas pessoas no Ocidente hoje parecem ter muita insatisfação e infelicidade em seus corações |
| 00:25 → 00:30 |
E elas sentem não ter meios satisfatórios de lidar com isto |
| 00:30 → 00:38 |
Os Ensinamentos do Buddha nos oferecem a prática de meditação, que é uma forma de se resolver problemas e vencer a confusão |
| 00:38 → 00:45 |
Fomos convidados a vir para cá pois muitas pessoas querem aprender como colocar os Ensinamentos em prática |
| 00:46 → 00:53 |
Com o objetivo de se encontrar um caminho através de sua confusão em direção à Paz e Tranquilidade |
| 00:56 → 01:03 |
A Verdade Última é como o sabor de uma maçã, que você não pode ver com os olhos ou ouvir com os ouvidos |
| 01:04 → 01:09 |
A única forma de experienciá-la é colocando os Ensinamentos em prática |
| 01:10 → 01:21 |
Após ter provado este sabor, você não mais terá dúvidas sobre o seu sabor e não terá perguntar a ninguém mais, e o problema estará resolvido |
| 01:28 → 01:32 |
<< O ábade, Ven. Ajahn Chah, é monge há mais de 50 anos >> |
| 01:36 → 01:42 |
Aqui na floresta, você pode aprender a estar em harmonia com a forma que as coisa são na natureza. |
| 01:44 → 01:50 |
Você pode viver feliz e em paz. |
| 01:52 → 01:56 |
Monges budistas não praticam meditação por razões egoístas |
| 01:56 → 02:08 |
Praticamos para conhecermos a nós mesmos para então podermos compreender e ensinar aos outros como viver em paz de forma sábia. |
| 02:10 → 02:18 |
De forma a ajudar as pessoas a contemplar a verdadeira natureza do corpo temos esqueletos humanos em nosso salão principal |
| 02:19 → 02:27 |
Pois quando não se compreende a morte, a vida se torna bastante confusa. |
| 02:28 → 02:35 |
O Buddha fez uma distinção entre verdade última e verdade convencional |
| 02:35 → 02:43 |
A idéia de um "eu" é meramente uma verdade convencional: estrangeiro, thai, entrevistador... |
| 02:43 → 02:46 |
Tudo isto são convenções. |
| 02:49 → 02:54 |
Na realidade última não há ninguém, apenas terra, fogo, água, ar. |
| 02:55 → 02:58 |
Elementos combinados temporáriamente. |
| 02:59 → 03:08 |
Chamamos o corpo de uma pessoa, mente. Mas em última instância não há "eu", "mim", apenas anatta, não-eu. |
| 03:10 → 03:27 |
Não devemos nos preocupar com Nirvana, ou em alcançar Nirvana |
| 03:27 → 03:31 |
Se você está se preocupando, isto o impedirá de fazê-lo. |
| 03:31 → 03:43 |
P: Então qual deveria ser o objetivo dos monges? |
| 03:43 → 03:50 |
O objetivo é deixar ir. |
| 03:50 → 04:00 |
P: Então deve-se deixar ir sem se preocupar em se deixar ir? |
| 04:01 → 04:13 |
Exato, deve-se deixar ir, sem desejo. |
| 04:16 → 04:22 |
Se ainda há desejo, e a procura por Nirvana, então não é Nirvana |
| 04:25 → 04:30 |
Quando vemos além do "eu", não mais nos prendemos à felicidade |
| 04:31 → 04:40 |
E quando deixamos de nos prender a qualquer coisa, começamos a ser felizes. |