Watch videos with subtitles in your language, upload your videos, create your own subtitles! Click here to learn more and view tutorials on "how to dotSUB"

Welcome to dotSUB!

Any Video Any Language


Here you can view, upload, transcribe and translate any video into any language. To create your own subtitles, click the button below and register.


Enterprise Solutions


dotSUB's Enterprise Solutions are a cost-effective platform for managing high-quality subtitles at scale, deploying them to video players and mobile devices, and providing interactive transcripts for enhanced SEO.


Who Uses dotSUB?

Language Services

Translation CMS

Captioning Laws

Testimonials


Sign up to our mailing list

Transcript for Gilberto Gil on Virtual Worlds and Second Life

Qual o papel dos mundos virtuais na promoção do diálogo intercultural e na reconexão da diáspora linguística? De uma ampliação de espaços. De uma outra camada. Uma nova noosfera. Uma outra camada de conhecimento, de informação, de afetividade. Novas possibilidades que o Second Life e as outras ferramentas utilizadas pela Internet podem oferecer. As diásporas, são muitas. Vão de diásporas propriamente físicas, que estão contidas na dimensão dos indivíduos, das nações, de lugares do mundo que tiveram que migrar para outros lugares, mas é também a diáspora cultural, a diáspora linguística como vc falou. São línguas, são visões de mundo, são acervos, conjuntos culturais que migraram, saíram de seus lugares de origem e se espalharam pelo mundo. A reconectabilidade é um dos elementos importantes deste novo mundo eletrônico e especialmente de uma nova 'loka' no sentido sanscrito da palavra... um outro planeta. O Second Life pode então recompor o mundo das diásporas de uma forma muito nova, de uma forma mais evoluída, de uma forma mais avançada, com outros planos de conexão que a vida real ainda não pode oferecer, que o Second Life pode oferecer com possiblidades futuras de influenciar a própria vida real territórios utópicos utopias novas que podem lá no futuro, aliás eu acho que este é um princípio básico que norteia a exploração de um conceito como o Second Life, é fazer com que lá no futuro o SL seja um novo estimulador, um novo instrutor, um novo informador da vida real. Como o Sr. vê as possibilidades de utilização desta plataforma por artistas em geral, na divulgação de seus trabalhos, e por outro lado por programas governamentais como o Cultura Viva - Pontos de Cultura? Para os artistas, enfim, são indivíduos, são iniciativas autônomas, próprias, absolutamente livres, fazem o que querem, pensam o que querem, dão a configuração que querem aos seus perfis, o Second Life está lá, é uma oportunidade muito boa, os avatares, os duplos dos artistas vão utilizar daquele espaço da forma que quiserem. Fazendo divulgação do seu trabalho musical, das suas alternativas de abordagem, que talvez não tivessem espaço no mundo real ainda, e lá no mundo virtual vão ter espaço aberto, pleno, portanto todas as experiências podem ser feitas. Para o estado, para as iniciativas ligadas aos estados e aos governos, etc. o Second Life teria que admitir uma adaptabilidade maior. É preciso que o espaço que está sendo institucionalizado no caso do Second Life, com a questão dos territórios privados, e etc. que tudo isso fosse compatibilizado com uma outra territorialidade que possa abrigar os processos estatais, os processos governamentais. Há exigências e questões etc., ou seja, neste caso eu acho que é o Second Life que tem que se adaptar... obviamente. Eu mesmo já tenho, estou começando a trabalhar um primeiro avatar no SL. Estamos dando formato a ele, vendo agora como ele vai se mexer É um projeto muito interessante, mas que precisa estar aberto às grandes contribuições conceituais que podem vir de todos os lugares. Mas eu desejo a voces que estão aí reunidos, para elaborar mais ainda as possibilidades do SL Desejo a vocês um belo encontro. É no México? Os mundos virtuais aqui, no México, e aqui no Brasil.